sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"A decisão - Chaplin - "



“Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.”
Tiago 1. 25



Se, apressadamente, tomarmos alguma decisão, sem sabedoria, sem um conselho experiente às vezes, com certeza sofreremos muitos danos, pois, “eu, a Sabedoria, habito com a prudência e disponho de conhecimentos e de conselhos.” Pv 8. 12 e: “o caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.” Pv 12. 15.
Li e aprendi aqui


 Ontem coloquei um texto aqui no blog  intitulado "PENSE BEM EM SEU VOTO""
Mas hoje resolvi retirar. Como domingo tenho que votar novamente e estou analisando em quem votar, depois pesquisar muito e ler vários e-mail recebidos falando desse e daquele candidato, não achei que estava agindo bem. Por tanto retirei o texto, pois acredito não estar sendo justa e deixo apenas está frase que bem me caiu::..

" O pau que bate em Chico tem que bater em Francisco! "

Portanto...

“O pau que bate em Dilma tem que, necessariamente, bater em Serra!!!”

imagem aqui

A decisão


Charles Chaplin não foi somente um grande comediante, criativo, que nos legou peças raras do cinema. Soube legar mensagens de piedade, de compaixão, mesmo numa época em que o cinema ainda era mudo.
Servindo-se da possibilidade que detinha, criou o personagem “Carlitos”, doce, ingênuo e trapalhão, tudo ao mesmo tempo.  Contudo, com um detalhe indiscutível: uma imensa capacidade de amar.
Sabendo tecer críticas sem se tornar agressivo, Charles Chaplin legou ao mundo um acervo considerável de peças cinematográficas, até hoje vistas e revistas.
Mas, não somente fez cinema. Como ser humano, desde cedo, sofreu muito, vivenciando na infância a dor da orfandade paterna e a doença mental de sua mãe.
Triunfando, apesar de todas as adversidades, ele escreveu belas páginas, e uma delas fala exatamente em como superar os obstáculos da vida. Chama-se: a decisão, e diz assim:
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer, antes que o relógio marque meia-noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.”
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria, ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende de mim. 
*** 
Você já parou para pensar em como pode decidir pela sua felicidade ou infelicidade, a cada dia?
Já se deu conta de que tudo depende da forma como você  encara o que acontece?
Há tantos momentos na sua vida, que você desperdiça, e passa na inutilidade ou na reclamação.
Momentos que podem se transformar em aflições ou em alegrias.
Num momento você pode resolver vencer ou se entregar à derrota; libertar-se das velhas fórmulas de queixas ou prosseguir acabrunhado e triste.
Lembre-se: a cada segundo você pode decidir o momento seguinte. Por isso, resolva-se pela escolha da melhor parte, porque este é o seu momento de decisão. 

Fonte aqui 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"Você é muito importante..."


"Você é muito importante no contexto da criação. Deus conta com você no melhoramento do mundo..."


VOCÊ É IMPORTANTE
Albino Teixeira

Inútil, você?
Como acreditar que Deus tenha criado algo sem utilidade?
Se até o grão de areia cumpre nobre missão, seria você, “criado à imagem e semelhança do Pai”, a dizer-se sem valor?
A semente é berço de muitas vidas.
A gota d’água, para o sedento, é mais valiosa que uma pérola.
Como as abelhas trabalhariam no fabrico do mel sem o pólen das flores?
Arreda esse pensamento sombrio que lhe paralisa as forças criativas.
Você é muito importante no contexto da criação.
Deus conta com você no melhoramento do mundo.
Não precisasse da sua presença, Ele não o teria criado.
Segue para diante de cabeça erguida, realizando o melhor.
Chico Xavier


Você Mesmo
André Luiz


Lembre-se de que você mesmo é :
O melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros.
Não se esqueça, igualmente, de que:
O maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação... É você mesmo.
Chico Xavier


Recebo por e-mail todos os dias


Beijos de bom dia!
Rosane!


sábado, 23 de outubro de 2010

"Vida Serena, vida..."


imagem aqui


Vida serena, vida saudável
Você já parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas? O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a angústia íntima. A problemática em que se encontram mergulhados. Em alguns momentos, a impressão que se tem é que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.

E nos perguntamos: onde a serenidade? Em especial daqueles de nós que ostentamos o adjetivo de cristãos. Acaso teremos esquecido a exortação de Jesus: "a cada dia basta o seu cuidado? " e aqueloutra: "se pois Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé!"

É por essa razão que, com regularidade, a providência divina permite que Seus missionários visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho.

Recordamos que em 1958, o mundo assistiu à posse de mais um Papa. Os cardeais, em Roma, encontraram um sucessor para Pio 12, que morrera após dirigir os destinos da Igreja Católica por 19 anos.

Aos 77 anos, Ângelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de João 23.

Ângelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favorável nas pessoas. Reconhecia claramente suas limitações e era dotado de um vivo senso de humor. Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intocáveis até então.

Em um documento asseverou que todos os homens têm direito de escolher a sua religião.

Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma página com notável sentimento de religiosidade universal. Chama-se o decálogo da serenidade, e contém dez sugestões de conduta para o homem que deseja a paz.

1º Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.

2º Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência; cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo.

3º Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste.

4º Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a se adaptarem aos meus desejos.

5º Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, a boa leitura é necessária para a vida da alma.

6º Hoje, apenas hoje, farei uma boa ação e não direi a ninguém.

7º Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.

8º Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado; talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.

9º Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem o contrário, que a providência de Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no mundo.

10º Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor. De modo especial não terei medo de gozar o que é belo e de crer na bondade.

Pense nisso!

O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esforços do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.

Momento de reflexão recebo por e-mail


Bom fim de semana para você que por aqui passar!
Que você seja plena da luz, do amor e da graça de Deus!
Beijos!
Rosane!




quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"Quem não sabe perder...por Adriano Zandoná"


imagem aqui
Mas eu ainda espero em Deus e fico com sua palavra que diz::..
Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer e tempo para morrer; tempo para plantar e tempo para arrancar o que foi plantado; tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar [...]” (Ecle 3,1-2.4)
Difícil aceitar os revezes de nossas vidas, mas torna-se fácil quando cremos e não perdemos a Esperança.
E peço ao Espírito de Deus que me dê forças e coragem para viver esse tempo tão doloroso!


QUEM NÃO SABE PERDER, PERDE SEMPRE
 
Ninguém é obrigado a fazer o que queremos
Nem sempre as coisas são como queremos e idealizamos, e é bom que isso seja assim, pois nem sempre o que queremos é o melhor para nós. Toda existência humana é marcada pela “condição de contradição”, ou seja, pela fraqueza, pecado e, consequentemente, pela queda.
Perder faz parte da vida e aceitar a própria condição limitada é sinal de sabedoria. É horrível conviver com alguém que crê ser absoluto e acredita que todos têm o dever de satisfazer suas vontades.
Há muitos pais que estragam seus filhos, porque não lhes ensinam que o “não” também faz crescer, e que a queda pode também ensinar. Há filhos que não aprendem, em casa, que na vida nós também perdemos. Precisamos aprender a lidar com nossos fracassos. Muitos não suportam os fracassos próprios da vida, porque foram educados somente para ganhar.
Para superarmos as quedas impostas pela vida precisamos ter a humildade de saber perder.
As pessoas não são obrigadas a ser e a fazer o que queremos; elas não são obrigadas a corresponder às nossas expectativas.
A maturidade se expressa quando o coração consegue deixar livre um outro coração que não quis pertencer a ele nem corresponder a seus desejos.
O fato de sermos contrariados é uma experiência que nos faz mais fortes, pois, compreendemos que nossa maneira de pensar não é a única nem a melhor, e que não estamos sempre certos. Precisamos saber perder e sair de cena quando erramos, quando não estamos com a razão.
Perfeição cristã não significa ausência de erro, mas capacidade de perdoar e recomeçar sempre. Não temos a obrigação de acertar sempre, mas temos sim o dever de aprender com nossos erros. Quem não sabe perder perde sempre, pois acaba sendo humilhado pelo fato de não aceitar a própria fraqueza; querendo, assim, ser o que não é e fazer o que ainda não é capaz.
Quem não sabe perder busca sempre levar vantagem sobre tudo e todos, tornando-se alguém insuportável e arrogante.
A humildade é escola da virtude, e grandeza é aceitar com ternura aquilo que se é.
A vida não diz sempre "sim", e a alma se torna grande quando é capaz de sorrir também diante do “não”. Aceitar que nem todos nos amam, que não somos bons nem os melhores em tudo, são expressões de um coração que compreendeu verdadeiramente o que significa “viver bem”. A derrota é sempre uma possibilidade de recomeço e crescimento para quem sabe bem aproveitá-la. Que esta não seja para nós motivo de paralisia, mas um trampolim a nos lançar nos braços da vitória.

Deus o abençoe!
“Moisés disse ao povo: Não temais! Permanecei firmes, e vereis o que o Senhor fará hoje para vos salvar; os egípcios que hoje estais vendo, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor combaterá por vós, e vós, ficai tranqüilos” (Êxodo 14,13-14).

Bom dia para você!
 Cheio de luz, paz, amor, fé e esperança!
Rosane!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

"Conquest of Paradise"


"Conquest of Paradise"
 "Conquista do Paraíso"


Uma luz brilha no coração das pessoas
Que desafia a escuridão da noite
 Uma luz cravada em cada alma
Como asas da esperança levantando vôo

 Um dia ensolarado nasce um bebê
 As pequenas coisas que dizemos
 Um brilho especial nos olhos de cada pessoa
Presentes simples todos os dias

 Em um lugar existe o paraíso
Onde todos encontram libertação
Aqui na Terra entre seus olhos
 Um lugar onde encontramos paz

 Venha - abra o seu coração
Estenda as mãos para as estrelas

 Acredite no seu poder
Agora aqui neste local
 Aqui nesta terra
Esta é a hora

 É um lugar que chamamos de paraíso
 Cada um de nós tem o seu próprio
 Não tem nome, não, não tem preço
 É um lugar que chamamos de lar

Um sonho que alcança além das estrelas
O azul sem fim do céu

 Sempre nos perguntamos quem somos?
 Sempre questionamos porque?

 Venha abra o seu coração
Estenda as mãos para as estrelas
Acredite no seu poder
Agora aqui neste lugar
Aqui nesta Terra
 Esta é a hora
  
 Uma luz brilha no coração das pessoas
 Uma luz cravada em cada alma
Como asas da esperança levantando vôo
Como asas da esperança levantando vôo!

 fonte aqui


 
Bom dia para você!
Cheio de luz, paz, amor, fé e esperança!
Rosane!




terça-feira, 19 de outubro de 2010

"Saúde...Joaquim Murtinho"

imagem aqui

"Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente onde fomos chamados a viver, geram emoções que desorganizam não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo...."

S A Ú D E
Joaquim Murtinho

Se o homem compreendesse que a saúde do corpo é reflexo da harmonia espiritual, e se pudesse abranger a complexidade dos fenômenos íntimos que o aguardam além da morte, certo se consagraria à vida simples, com o trabalho ativo e a fraternidade legitima por normas de verdadeira felicidade.
A escravização aos sintomas e aos remédios não passa, na maioria das ocasiões, de fruto dos desequilíbrios a que nos impusemos.
Quanto maior o desvio, mais dispendioso o esforço de recuperação. Assim, também, cresce o número das enfermidades à proporção que se nos multiplicam os desacertos, e, exacerbadas as doenças, tornam-se cada vez mais difíceis e complicados os processos de tratamento, levando milhões de criaturas a se algemarem a preocupações e atividades que adiam, indefinidamente, a verdadeira obra de educação que o mundo necessita.
O homem é inquilino da carne, com obrigações naturais de preservação e defesa do patrimônio que temporariamente usufrui.
Não se compreende que uma pessoa instruída amontoe lixo e lama, ou crie insetos patogênicos no próprio âmbito doméstico...
Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis que permite a entrada em si, de minuto a minuto, de tóxicos variados, como a cólera e a irritação, dando pasto a pensamentos aviltantes cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária.*
Sirvamo-nos deste símbolo, para estender-nos em mais simples considerações. Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, por que não movermos o espanador da atividade benéfica, desmanchando as teias escuras das idéias tristes? Por que não fazer ato salutar do uso da água pura, em vasta escala, beneficiando os mais íntimos escaninhos do edifício celular e atendendo igualmente ao banho diário, no escrúpulo do asseio? Se nos desvelamos em conservar o domicílio suficientemente arejado, por que não respirar, a longos haustos, o oxigênio tão puro quanto possível, de modo a facilitar a vida dos pulmões?
Quem construa uma habitação, cogita, não somente bases sólidas, que a suportem, senão da orientação, de tal jeito que a luz do sol a envolva e penetre profundamente; jamais voltaria esse alguém a situar o ambiente doméstico numa caverna de troglodita.
Analogamente, deve o homem assentar fundamentos morais seguros, que lhe garantam a verdadeira felicidade, colocando-se, no quadro social onde vive, de frente voltada para os ideais luminosos e santificantes, de modo que a divina inspiração lhe inunde as profundezas da alma.
Frequentemente a moradia das pessoas cuidadosas e educadas se exorna, em seu derredor, de plantas e de flores que encantam o transeunte, convidando-o à contemplação repousante e aos bons pensamentos.
Por que não multiplicar em torno de nós os gestos de gentileza e de solidariedade, que simbolizam as flores do coração?
Ninguém é tentado a descansar ou a edificar-se em recintos empedrados ou espinhosos.
Assim também, a palavra agradável que proferimos ou recebemos, as manifestações de simpatia, as atitudes fraternais e a compreensão sempre disposta a auxiliar, constituem recursos medicamentosos dos mais eficientes, porque a saúde, na essência, é harmonia de vibrações.
Quando nossa alma se encontra realmente tranqüila, o veículo que lhe obedece está em paz.
A mente aflita despede raios de energia desordenada que se precipitam sobre os órgãos à guisa de dardos ferinos, de consequências deploráveis para as funções orgânicas.
O homem comumente apenas registra efeitos, sem consignar as causas profundas.
E que dizer das paixões insopitadas, das enormes crises de ódio e de ciúme, dos martírios ocultos do remorso, que rasgam feridas e semeiam padecimentos inomináveis na delicada constituição da alma?
Que dizer relativamente à hórrida multidão dos pensamentos agressivos duma razão desorientada, os quais tanto malefício trazem, não só ao indivíduo, mas, igualmente, aos que se achem com ele sintonizados?
O nosso lar de curas na vida espiritual vive repleto de enfermos desencarnados. Desencarnados embora, revelam psicoses de trato difícil.
A gravitação é lei universal, e o pensamento ainda é matéria em fase diferentes daquelas que nos são habituais. Quando o centro de interesses da alma permanece na Terra, embalde se lhe indicará o caminha das alturas.
Caracteriza-se a mente também, por peso específico, e é na própria massa do Planeta que o homem enrodilhado em pensamentos inferiores se demorará, depois da morte, no serviço de purificação.
Os instrutores religiosos, mais do que doutrinadores, são médicos do espírito que raramente ouvimos com a devida atenção, enquanto na carne.
Os ensinamentos da fé constituem receituário permanente para a cura positiva das antigas enfermidades que acompanham a alma, século após século.
Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente, onde fomos chamados a viver, geram emoções que desorganizam, não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo.
Qualquer criatura, conscientemente ou não, mobiliza as faculdades magnéticas que lhe são peculiares nas atividades do meio em que vive. Atrai e repele. Do modo pelo qual se utiliza de semelhantes forças depende, em grande parte, a conservação dos fatores naturais de saúde.
O espírito rebelde ou impulsivo que foge às necessidades de adaptação, assemelha-se a um molinete elétrico, armado de pontas, cuja energia carrega e, simultaneamente, repele as moléculas do ar ambiente; assim, esse espírito cria em torno de si um campo magnético sem dúvida adverso, o qual, a seu turno, há de repeli-lo, precipitando-o numa “roda-viva” por ele mesmo forjada.
Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força, que interferirão como tóxicos invisíveis sobre o sistema endocrínico, comprometendo-se a normalidade das funções.
Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais as únicas vítimas da viciação. Múltiplas doenças surgem para a infelicidade do espírito desavisado que as invoca. Moléstias como o aborto; a encefalite letárgica, a esplenite, a apoplexia cerebral, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, a coréia, a epilepsia, a paralisia, as afecções do coração, as úlceras gástricas e as duodenais, a cirrose, a icterícia, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento.
Em muitos casos, são inúteis quaisquer recursos medicamentosos, porquanto só a modificação do movimento vibratório da mente, à base de ondas simpáticas, poderá oferecer ao doente as necessárias condições de harmonia.
Geralmente, a desencarnação prematura é o resultado do longo duelo vivido pela alma invigilante; esses conflitos prosseguem na profundeza da consciência, dificultando a ligação entre a alma e os poderes restauradores que governam a vida.
A extrema vibratilidade da alma produz estados de hipersensibilidade, os quais, em muitas circunstâncias, se fazem seguir de verdadeiros desastres organopsíquicos.
O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia, tendo, conseguintemente, seus efeitos.
Se o homem cultivasse a cautela, selecionando inclinações e reconhecendo o caráter positivo das leis morais, outras condições, menos dolorosas e mais elevadas, lhe presidiriam à evolução.
É imprescindível, porém, que a experiência nos instrua individualmente. Cada qual em seu roteiro, em sua prova, em sua lição.
Com o tempo aprenderemos que se pode considerar o corpo como o “prolongamento do espírito”, e aceitaremos no Evangelho do Cristo o melhor tratado de imunologia contra todas as espécies de enfermidade.
Até alcançarmos, no entanto, esse período áureo da existência na Terra, continuemos estudando, trabalhando e esperando...

(Do livro "Falando à Terra", pelo Espírito Joaquim Murtinho - Francisco Cândido Xavier/Espíritos Diversos)NOTA: O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html

* Original: "Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis que não se lhe dá atochar dos mais vários tóxicos a residência corpórea e que não acha mal no libertar e cólera e a irritação, de minuto a minuto, dando pasto a pensamentos aviltantes, cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária." (Parágrafo confuso - Nota nossa).
recebo por e-mail todos os dias 


Beijos de bom dia para você!
Luz, paz, amor fé e esperança!
Rosane!




segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Boca maldita...a vida é mais!!!"



 imagem aqui


Boca Maldita

Ditados populares têm fundo de verdade. Um deles diz que “o falador é pior que o ladrão, pois se tratas bem o ladrão pode ser que ele não te furte, mas ainda que trates bem o falador, ele sempre falará mal de ti”. Gente faladeira tem mesmo a boca maldita. Se a gente trata mal, fala mal da gente. Se a gente trata bem, fala mal do mesmo jeito. Não adianta se esforçar, portanto. É tempo perdido.
É humano querer que toooooodo mundo goste da gente, mas saber que isso é impossível é um degrau para a auto-afirmação. Não podemos contentar todos. Nem Cristo conseguiu essa proeza. Então, o que se pode fazer é administrar isso, assumindo que não se consegue agradar todo mundo. Uns gostam, outros não gostam. A questão é quanto valor se dá a uns e outros. Se nos preocupamos demais com quem não gosta de nós, despendemos energia demais nisso, e deveríamos aproveitar essa energia com quem nos aprecia.
Podemos mudar nós mesmos, não os outros. O que o outro pensa pertence ao universo dele, não é do nosso. Tudo o que fizermos para que alguém goste de nós será inútil se aquele alguém estiver decidido a não gostar e a refutar qualquer possibilidade de nos ver de um jeito melhor. Podemos plantar bananeira na corda-bamba, não adianta. Podemos tentar convencê-lo, não tem valia. Podemos mostrar e comprovar que somos gente boa, não importa. Podemos fazer por ele o melhor que pudermos, não tem serventia. A pessoa que simplesmente não gosta de nós sempre encontrará uma razão para continuar não gostando de nós. Por isso, não podemos passar a vida toda tentando mudar o seu olhar sobre o que somos. Melhor, então, deixar quieto e ser apenas (e tudo) que somos, independente desse gostar ou não, para que não passemos o resto de nossos dias correndo atrás do impossível.
A vida tem muito mais a conquistar e aqueles que nos amam ou que, minimamente, gostam de nós, merecem o nosso olhar, o nosso carinho e o nosso empenho para que o relacionamento seja o melhor possível. É inútil o esforço que se emprega na tentativa de convencimento do outro a respeito de nós, se ele não quer mudar de idéia e não está disposto a isso. A melhor amizade é espontânea, ainda que requeira cuidados permanentes e manutenção do afeto.
Nem vale a pena brigar por isso, pois, na realidade, a gente só briga com pessoas que a gente gosta. A briga é uma tentativa de retomar os laços, de ajeitar a relação. Com quem a gente não se importa, não se perde tempo. Simplesmente viramos as costas e vamos embora, evitando desgastes e fugindo de expectativas que jamais se realizam.
Prestemos mais atenção nas pessoas que gostam verdadeiramente de nós. Empenhemo-nos pela nossa melhoria. Andemos. Ao largo da caminhada ficarão aqueles que nos rechaçam, tenham razão para isso ou não. Geralmente, são pessoas que se ocupam e se preocupam negativamente conosco. Fazem mais contra nós do que por si mesmos. Sigamos, pois. A vida é mais!


Beijos de uma linda semana para você!
Cheia de lu\, paz, amor, fé e esperança!
Rosane!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"A solitude...!"

   

imagem aqui

"A Solitude é a sua Natureza" - Osho

O primeiro ponto a perceber é que, querendo ou não, você está sozinho. A solitude é a sua verdadeira natureza. Você pode tentar esquecê-la, tentar não ficar sozinho fazendo amigos, tendo amantes, misturando-se à multidão... Mas tudo o que você fizer fica apenas na superfície. No fundo de você, sua solitude é inatingível, intocável.

Um curioso fato acontece com todo ser humano: quando ele nasce, a própria situação de seu nascimento começa numa família. E não existe outra maneira, porque o recém-nascido humano é o recém-nascido mais frágil em toda a existência.

Outros animais nascem completos. O cachorro vai continuar sendo um cachorro durante toda a vida; ele não vai evoluir, não vai se desenvolver. Sim, ele ficará mais velho, mas não ficará mais inteligente, mais consciente, não se tornará iluminado.

Nesse sentido, todos os animais pertencem exatamente no ponto em que nasceram; nada de especial muda neles. A morte e o nascimento deles são horizontais — numa só linha.

Somente o ser humano tem a possibilidade de seguir na vertical, para cima, e não apenas na horizontal. Mas a maioria das pessoas se comporta como os outros animais: a vida é apenas um envelhecer, e não um amadurecer. Amadurecer e envelhecer são experiências totalmente diferentes.

O ser humano nasce numa família, entre seres humanos. Desde o primeiro momento, ele não está sozinho; portanto, ele adquire um certo padrão psicológico de sempre permanecer com pessoas. Em solitude, ele começa a ficar com medo... medos desconhecidos. Ele não está exatamente consciente do que está com medo, mas, quando ele se afasta da multidão, algo dentro dele fica pouco à vontade. Quando está com os outros, ele se sente aconchegado, à vontade, confortável.

Por essa razão, ele nunca vem a conhecer a beleza da solitude; o medo o impede. Por ter nascido num grupo, ele continua fazendo parte de um grupo. E, à medida que envelhece, começa a formar novos grupos, novas associações, novos amigos. As coletividades já existentes não o satisfazem — a nação, a religião, o partido político — e ele cria suas próprias novas associações, Rotary Club, Lions Club... Mas todas essas estratégias estão a serviço de um só objetivo: nunca ficar sozinho.

Toda a experiência de vida é a de conviver com outras pessoas. A solitude parece uma morte. De uma certa maneira, ela é uma morte, a morte da personalidade que você criou na multidão. Esse é um presente das outras pessoas para você. No momento em que você se afasta da multidão, também se afasta da sua personalidade.

Na multidão, você sabe exatamente quem você é; sabe seu nome, sua posição social, sua profissão, sabe tudo o que é necessário para o seu passaporte, para sua carteira de identidade. Mas, no momento em que você se afasta da multidão, qual é a sua identidade? Quem é você?

De repente, você fica consciente de que você não é seu nome — seu nome foi dado a você. Você não é sua raça — que relação tem a raça com a sua consciência? Seu coração não é hindu nem muçulmano, seu ser não está confinado à fronteira política de uma nação, sua consciência não é parte de alguma organização ou igreja. Quem é você?

De repente, sua personalidade começa a se dispersar. Este é o medo: a morte da personalidade. Agora você precisará começar a descobrir, precisará, pela primeira vez, perguntar quem você é. Você precisará começar a meditar sobre a questão, quem sou eu? — e existe o temor de que você possa não ser absolutamente nada! Talvez você não seja nada, mas uma combinação de todas as opiniões da multidão; nada, exceto sua personalidade.

Ninguém quer ser nada, ninguém quer ser ninguém e, na verdade, todo mundo é um ninguém.

Osho, em "Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão Sobre os Relacionamentos"
fonte aqui

Bom fim de semana para você!
Beijos!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"O PASSADO,POR VERA PINHEIRO"




O PASSADO

 Por Vera Pinheiro

Passado é passado, já passou, portanto. Ele, o passado, pode receber umas visitinhas breves de nossas emoções para lembranças e aprendizados, mas não devemos fixar residência nele, pois, como apontam nossos pés, é para frente que se anda. Cultivar mágoas, ressentimentos, ódios, amarguras não faz parte de espíritos elevados, que buscam a luz divina para ascender a um patamar superior de sua caminhada. Devemos, isso sim, fazer um esforço por perdão e compaixão em relação aos nossos erros, em primeiro lugar, com os erros alheios e com os erros da humanidade toda, orando para que a compreensão e o amor se instalem entre os humanos.
Mas não basta orar, o exercício do perdão e da compaixão exige prática cotidiana, e os benefícios são imensos para todos, principalmente para os que conseguem fazê-lo. É difícil, porém, necessário ao engrandecimento de nossa alma, que é eterna e superior aos conflitos a que damos tanta importância, sendo tão menores do que parecem.
Na dúvida, ouve o teu coração, pois é através dele que os mestres falam. Ouve o que diz o teu Eu Superior, que fala quando silencias os tormentos. Segue teu instinto animal e vê que os animais não são rancorosos como os humanos. Na minha casa, de vez em quando, eles quase se matam, mas estão sempre juntos, são companheiros e lambem as feridas uns dos outros. Segue a tua intuição e não tenhas medo dela, pois o dom de intuir leva, geralmente, a acertar.
Quanto mais exercitamos o instinto, a intuição, o amor, o perdão e a compaixão, menos equívocos nós cometemos. Porém, como andamos por caminhos e em ritmos diferentes, é prudente tomar algum cuidado e perguntar o que queremos saber e o que não sabemos para evitar conclusões apressadas. Nos relacionamentos não é nada seguro substituir pergunta por suposição, porque nos equivocamos por conta da nossa imaginação fértil e por termos expectativas que vão além da realidade.
A família é berço do nosso aprendizado na terra, e não nos juntamos por acaso. A vida teve um propósito para aproximar e reunir pessoas. Viemos ao mundo depois de nossos pais e, segundo as minhas convicções, com as quais ninguém precisa concordar, ainda quando estamos no plano divino escolhemos nossa família, e creio na enorme importância do harmonioso entrelaçamento de vidas entre os que nos cercam.
Não importa o que o outro tenha feito, dá o teu perdão, mesmo que ele(a) não saiba disso. Esforcemo-nos na missão de conciliar e pacificar corações, ensinando amor, perdão e compaixão, que são sentimentos libertadores. Realmente é difícil, mas não impossível aquietar a nossa porção humana e deixar que se expresse o nosso aspecto divino, que nos liberta da opressão causada pelas emoções dolorosas que alguém nos causou. E vê bem, não precisas revidar, devolver, tampouco receber. Deixa passar. Busca compreender quem está em um processo evolutivo mais lento do que o teu, e se Deus Pai e a Grande Mãe são pacientes, por que não tentar sê-lo também? Não tentes consertar as pessoas, faz a tua parte que, em relação ao todo, tem enorme dimensão. Melhorar a nós mesmos é um exercício complexo, mas essencial à elevação de nosso espírito.
Todos nós estamos vinculados, não adianta tentar escapar dessa unidade. Uma boa razão para perdoar é que a vida é muito mais feliz se preenchida de afetos que unem corações para pulsar em uníssono nas mesmas emoções. Alguns acompanham nossa trajetória desde que surgimos no ventre da vida e viram o primeiro riso, a primeira lágrima, os primeiros sonhos da infância. Depois, a adolescência e a juventude permeadas de expectativas, enquanto escrevemos a existência todos os dias. Outras pessoas chegam mais tarde e de mãos dadas seguem conosco na trajetória existencial. Permanecem ao lado, fazendo parceria com nossos sonhos, são solidários e amorosos, vibram com as nossas vitórias e acreditam em nossos sucessos.
Não contabilizemos os que ferem, magoam ou nos abandonam. Lembremo-nos dos que estão em nossa vida e jamais querem partir de nós. Esses trazem alegria ao viver. Porém, aqueles outros nos ensinam a relevar, que é tão importante quanto perdoar e deixar no passado o que já passou e não sofrer mais por isso.
(*) Crônica publicada na edição de 5 e 6 de junho de 2010 do jornal A Razão (www.arazao.com.br) de Santa Maria, RS. 





Bom fim de semana,

com luz, paz, amor, fé e esperança!

Rosane!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pense...

imagem aqui

Atitudes que drenam energias e adoecem nosso corpo e nossa alma:


1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2
.
Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3.
Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4.
Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5.
Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6.
Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7.
Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8.
Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9.
Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Desconheço o Autor 


fonte aqui

Bom dia para você!
Rosane!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

"Tobias e o Anjo" por Susanna Tamaro

44

Susanna Tamaro
Tobias e o Anjo
Lisboa, Editorial Presença
Marta é uma menina de oito anos que vive só… quer dizer, vive no quarto andar de um grande prédio, nuns subúrbios tristonhos com prédios todos iguais.
Também tem uma televisão, um papá e uma mamã. Só que qualquer destes três nunca parece disposto a escutá-la e muito menos a conversar com ela. Não tem irmãos, mas por sorte o avô vem sempre visitá-la e ensina-lhe muitas coisas.
Por exemplo, que existem por aí portas secretas que as pessoas não vêem porque andam sempre cheias de preocupações.
Marta imagina que há palavras-chave para abrir essas portas e encontrar os mundos maravilhosos de que fala o avô. Porém, para achar essas portas e descobrir as palavras, Marta tem de encontrar o seu próprio caminho…
Tudo começou naquele dia em que o avô não apareceu!

Tobias e o Anjo

Excerto
A voz das coisas
Quantas línguas existem no mundo?», perguntava-se Marta, naquela noite, a sós na cama. Há as línguas que as pessoas falam: francês, alemão, espanhol, chinês, italiano. Para indicar a mesma coisa, usa-se uma palavra diferente em cada país. Mas uma mesa continua a ser uma mesa, um relógio um relógio, uma maçã uma maçã. Apenas varia o som para chamar essas coisas.
Os cães também têm a sua língua. Quase todas as noites, Marta ouvia os seus uivos subir da rua e das varandas do prédio. O do segundo andar, por exemplo, zangava-se por tudo e por nada: bastava o eco de um latido para ele se atirar contra as grades, a rosnar. Era evidente que os cães se compreendiam entre si. Talvez até se compreendessem entre cães de países diferentes. Um cão francês podia conversar com um cão russo e um russo com um esquimó. Não precisavam de estudar línguas para falar uns com os outros.
O mesmo se passava entre gatos, pardais, condores, abutres, hienas, elefantes e láparos. Talvez que até as aranhas e os escorpiões estivessem em condições de se compreender.
Um dia, tinha visto na televisão um documentário sobre este assunto. Havia um aranho que estava apaixonado por uma aranha. A aranha era tão gorda e peluda que dava a impressão de ter uma peruca; dormitava no centro da teia e ele devia ir ter com ela. Às aranhas — explicava uma voz —, a boca só serve para comerem, não têm língua nem garganta, por isso «ele» não podia chamar a sua «ela». A única maneira de se fazer notar era transformar-se numa espécie de músico: com as patas anteriores, dedilhava os fios da teia como se fossem cordas de harpa. Pling plong, meu amor, pling plong, espera, aí vou eu.
Para os aranhos apaixonados, é muito importante ter o ritmo da música no sangue. Devem fazer pling plong e não, por exemplo, pling pling. De facto, basta um pequeníssimo sinal de vibração diferente para que a bela ara­nha, em vez de se voltar para o seu pretendente com um sorriso, lhe salte para cima e o devore num instante. Sim, porque pling pling, para uma aranha esfaimada, quer dizer precisamente isto: — Sou uma mosca e caí na armadilha, come-me, depressa.
No entanto, à parte estes tristes acidentes de percurso, também as aranhas conseguiam, de uma maneira ou de outra, comunicar entre si.
Uma vez, em pleno Inverno, Marta foi passear com o avô para um extenso parque, perto do seu bairro. A relva estava queimada pela geada e as árvores já tinham perdido as folhas. Soprava uma forte nortada e não havia ninguém por ali. A certa altura, o avô parou no meio de um pequeno grupo de carvalhos novos.
— Notas alguma coisa de estranho? — perguntou.
— Não. Ah, sim — respondeu ela —, conservam as folhas. Estão todas secas, mas ainda lá estão.
— Isso mesmo. Os carvalhos nunca deixam cair todas as folhas no Inverno. E sabes porquê?
Marta abanou a cabeça.
— Escuta — disse o avô.
Naquele momento, uma rajada de vento sacudiu os ramos, e dos ramos desceu um tinido seco e leve. Assemelhava-se muito ao barulho da cauda da cobra-cascavel, que tinha visto na TV.
— Ouviste? É a voz do carvalho, no Inverno. Se não fossem as folhas secas, seria muito fácil confundi-lo com um castanheiro-da-índia ou com um ácer. Cada árvore tem a sua própria voz. Só tens que aprender a escutá-la.
O Sol estava a pôr-se e eles encaminharam-se para a saída do parque. Devido ao frio, Marta já não sentia o nariz nem os pés: só a mão que dava ao avô se mantinha quente. De vez em quando, uma lata rolava diante deles, ao mesmo tempo que uns sacos de plástico rodopiavam no ar como medusas tontas.
— Avô! — gritou Marta. — As latas também falam?
— Sim, as latas e os sacos de plástico.
— E as flores?
— As flores também. As flores, as pedrinhas, as conchas…
— E os motores dos automóveis?
— Ah, esses vociferam. Já para não falar dos autocarros…
— E a roupa a secar?
— Também, Marta, também. Se ouvires os lençóis e as peúgas estendidas, podes aprender um poema completo…
Naquele dia, assim que voltaram para casa, Marta abraçou-se a uma perna do avô.
— Avô, mas tu sabes tudo!
O avô fez-lhe uma festa na cabeça.
— Talvez, meu pintainho, talvez.
Permaneceram assim algum tempo, em silêncio, enquanto o relógio de pêndulo da cozinha batia as cinco horas.
Agora, o relógio batia as três. Marta tinha experimentado contar carneiros, mas de nada lhe serviu. Em vez de carneiros prestes a saltar o tapume, via o avô. Apoiava os cotovelos à paliçada e sorria-lhe com doçura. Vestia o habitual casacão bege com gola de pele sintética e tinha os olhos um pouco tristes. Não trazia cachecol. O cachecol, tinha-o Marta nas mãos. O avô tinha-se esquecido dele da última vez que viera visitá-la.
Quanto tempo passara entretanto? Seis dias? Dez? Tinha tentado telefonar-lhe, mas ninguém respondia de casa dele. Não viera na terça-feira, nem na quinta. Eram os seus dias fixos. Semana sim, semana não, vinha também ao domingo.
Marta tinha pegado no cachecol e enrolara-o ao seu urso, como se fosse um sobretudo. Conservava o cheiro do avô. Cheiro a espuma de barbear, a autocarro e a fritos.
Pela janela aberta, entrava o uivo do cão do segundo andar. Ao uivo sobrepôs-se o alarme de um automóvel. Marta mudou de posição: por mais voltas que desse, a cama parecia-lhe feita de alfinetes.
Quatro horas, e o papá sem voltar. A mamã dormia com máscaras nos olhos. A senhora do andar de cima tinha posto a roupa a lavar. Levantou-se uma aragem e os lençóis inflavam como velas de um galeão. Flap flap strr, flap flap schee, sche. A voz do vento, a voz das ondas. Para onde ia partir aquele navio?
O avô tinha razão, cada coisa possui a sua própria voz. Mas também havia coisas sem voz, o futuro, por exemplo, ou as perguntas sem resposta. Havia tantas na sua cabeça! Ao adormecer, Marta viu-as: pareciam luzes a derramar-se numa margem distante. O galeão velejava em direcção oposta, rumo à grande noite silente de um mar sem faróis, de um céu sem estrelas.

Fonte aqui



Bom e maravilhoso dia para você!
Beijos de fé, luz, amor, sabedoria e esperança!
 Rosane!



terça-feira, 5 de outubro de 2010

"E será que, se oivires a voz do Senhor..."




E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.
E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus;
Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo.
Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.
Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.
Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres.
O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença.
O SENHOR mandará que a bênção {esteja}) contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o SENHOR teu Deus.
O SENHOR te confirmará para si como povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do SENHOR teu Deus, e andares nos seus caminhos.
E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o nome do SENHOR, e terão temor de ti.
E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar.
O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado.

Deuteronômio 28.1/12

Que o senhor abençoe nosso dia e nos cubra com a sua graça e misericódia!
Rosane!


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

"Alegre-se" EE de Inácio de Loyola

Em tempos de tibulação manter-se alegre e agradecido é muito importante e gratificante.


glitters



Para uma leitura orante:

ALEGRIA

Mas ouçamos São Paulo diretamente: “Sinto-me grandemente confortado e transbordante de júbilo em toda a tribulação” (2 Cor 7,4). Se há censura que não se pode fazer a São Paulo é não saber o que seja tribulação! Mas transborda de alegria! E se transborda de alegria é porque recebeu esse deslumbramento de Deus: de Deus que reconhecia como o Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó, o Deus dos Pais, mas também desse Deus que se lhe revelou no caminho de Damasco ... “Aqueles que uma vez foram iluminados (que receberam esse deslumbramento de Deus) e provaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro...” (estes são discípulos – ver Hb 6,4)... “Alegrai-vos sem cessar, o Senhor está perto, que vossa moderação – bondade, benignidade – seja conhecida de toda gente” (Fl 4,4). É porque o Senhor está próximo que devemos estar felizes!
Alguém me dirá que isto não é fácil. Mas é preciso crer! É uma palavra inspirada! “O Senhor está próximo. Não vos inquieteis com nada”. Não nos diz que não tenhamos preocupações. Seria ridículo. Mas nos diz par anão cultivá-las. Ora, por vezes, acontece-nos cultivarmos preocupações, como essas plantas de apartamento, que regamos cuidadosamente para fazermos crescerem... Não, não cultivemos nenhuma preocupação!
Lembrem-se de Jonas, o profeta que cansou de ser profeta! Jonas desconfia de Deus, porque sabe que Deus vai obrigá-lo a dizer coisas terríveis contra Nínive. Mas isso não é tudo: Jonas sabe que, depois disso, Deus é capaz de, na última hora, perdoar! Como ficará Jonas, depois de ter predito coisas medonhas e Deus perdoando na última hora, sem nada acontecer? Por isso ele, em lugar de se dirigir para Nínive, toma o caminho oposto: rumo à Espanha...
Conhecem o resto: não há jeito de escapar de Deus. Jonas, finalmente, chega a Nínive, anuncia as novas durante alguns dias. Depois, retira-se, vai descansar um pouco. Está muito calor, e Deus, em sua bondade, faz nascer um pé de mamona, para proteger Jonas com sua sombra. Mas um verme se mete na raiz e o pé de mamona seca. “Não cultiveis nenhuma preocupação”, diz São Paulo. Mas Jonas está preocupado com o pé de mamona, que está secando. Só pensa nisso! Então, o Senhor lhe diz: “Jonas, tu te preocupas com a planta, e esqueces a grande cidade com seus milhares de habitantes. Ela me preocupa, e não o teu pobre pé de mamona! É a grande cidade que me preocupa! (cf. Jn 4,6ss).
“Não cultiveis preocupações”, nos diz São Paulo. É fácil de falar! Mas, logo em seguida, nos diz como dar graças e nos alegrarmos: “Em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições (pois Paulo sabe que temos precisões! Ele também as tem e mais do que nós, dificuldades mesmo!), pela oração e pela súplica com ações de graças” (Fl 4,6). Temos aqui como que um mini-tratado de espiritualidade: “Em todas as necessidades recorrei à oração”. Há pouco ouvimos de Santa Teresa de Jesus: “O encontro de amizade com esse Deus de quem nos sabemos amados” – um grande silêncio com Deus. Seu que me ama. E eu o amo. São Paulo acrescenta, depois de ter mencionado a oração: Batei e vos será aberto, pedi e recebereis” – é a oração de petição de que nos falou o Senhor no Evangelho.
Que essa oração e esse pedido sejam “penetrados de ação de graças”, de agradecimentos. Nossa vida cristã é uma vida toda nova com o Cristo, no qual somos ressuscitados, É uma vida de ação de graças. Uma vida eucarística. É a palavra: EUCARISTOI – sede gente de ação de graças, que agradece pela CARIS, a graça que receberam. Assim nosso Sacrifício da Nova e Eterna Aliança se chama também “Eucaristia”, isto é “a boa ação de graças”.
Então, sim! Não cultiveis nenhuma preocupação. Em toda a necessidade recorrei à oração “e a Paz de Deus, que ultrapassa toda a compreensão, tomará sob sua guarda vossos corações e vossos pensamentos em Cristo Jesus” (Fl 4,7).
Assim termina esta passagem de Filipenses... diante das maravilhas de nossa fé, que nos enchem de alegria, as teorias e as disputas e as interpretações nos parecerão pálidas e desinteressantes....
Os primeiros cristãos a quem Paulo escrevia, ignoravam, por acaso, a doença, a morte, a perseguição, a dor? Ele próprio está na cadeia quando escreve seus hinos à alegria, e as prisões romanas não eram hotéis... Sabe do que está falando quando diz que é para se viver “em ação de graças” (2Cor 11,23-29)... Para ele o cristão, “como se visse o invisível, permanece firme” (cf. Hb 11,27). Pelo contrário, o não crente é quem” não dá glória nem ação de graças a Deus” (Rm 1,21)...
Encontramos aqui a grande atitude: em tudo dar graças a Deus (Rm 14,6). Era o que já dizia o Profeta: “Como o noivo se alegra pela noiva, assim de ti se alegrará teu Deus”(Is 62,5). Eis o que Deus espera de nós: sermos sua alegria. São Paulo também acrescenta:  “O Reino de Deus é justiça, paz, alegria no Espírito Santo”(Rm 14,17).
Existirá palavra mais bela, que penetre mais profundamente no coração do que a do Profeta Miquéias, quando, depois de haver predito tantos oráculos de destruição, nos transmite a palavra de Deus:
“Ele te demonstrou, ó homem, o que é bom
e o que o Senhor pede de ti:
que pratiques a justiça
e ames a misericórdia
e andes humildemente
com o teu Deus”
(Mq 6,8)
(...) Em resumo, é a mensagem, a única mensagem de Nossa Senhor: “minha alma se rejubila no Senhor, exulta o meu espírito em Deus, meu Salvador”. Estamos de novo na alegria e no júbilo. Mas por que este estremecimento de alegria em Deus? Por quê? “Porque lançou o seu olhar sobre a humildade de sua serva”. A alegria cristã, a alegria de Nossa Senhora resulta a um tempo da grandeza de Deus, do deslumbramento com Deus, das divinas promessas e misericórdias de Deus ... e também da própria pequenez nossa...
A Igreja, serva e pobre encontra em Maria o seu modelo... O próprio Nosso Senhor “exultou de alegria sob a ação do Espírito Santo” (Lc 10,21). E disse: “Eu te dou graças, ó Pai, Senhor do céu e da terra, por teres escondido essas coisas aos sábios e entendidos e porque as revelastes aos pequeninos.”
(Jacques Loew, Jesus, chamado o Cristo, Eds. Paulinas / SP, 1974, pp. 290-299)
FONTE AQUI


BEIJOS DE UMA LINDA E SAUDÁVEL SEMANA PARA TI!
CHEIA DE LUZ, PAZ, AMOR, FÉ, ESPERANÇA E MUITA ALEGRIA!
ROSANE!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"Deus sempre nos ampara"


“ O trabalhador da vinha é sempre amparado”
( Livro Grandes Vultos do Espiritismo – Paulo Alves Godoy
Capítulo: Dr. Adolfo Bezerra de Menezes)


Haverá dias em que seus esforços parecerão todos em vão...
Em que a compreensão fará falta...
Será ferido pelas inúmeras ofensas que chegarão...
Haverá dias em que também se achará sozinho a percorrer a grande estrada....
Terá dúvidas e quantos receios...
Olhará a sua frente e verá o quanto ainda falta caminhar...
Verá brotar em seu destino, inúmeras ciladas e em algumas, talvez venha até a sucumbir...

Chorará pelas perdas...
Em muitos instantes seus pés fraquejaram...
E só enxergará nuvens por todos os lados...
Pensamentos negativos a todo momento irão querer envolvê-lo...
Os rumos se mostrarão confusos...
As adversidades nascerão de todos os lados...
Sofrerá com a indiferença e o sarcasmo...
Muitos o chamarão de insano...

E quantos outros irão ainda mais dificultar seus passos?
Conhecerá a dor...
Terá a cada dia uma nova batalha a ser travada num terreno repleto de espinhos...
E talvez em dado momento, comece a pensar que seguir a semear o Evangelho seja tarefa árdua demais para seus ombros tão fatigados...

Porém, nesse momento, lembre-se que o amparo não lhe faltará!

Encontrará caminhos sinuosos mas em cada um deles contará com o apoio espiritual a lhe guiar.
Mesmo quando não for capaz de sentir a presença, saiba que haverá ao seu redor amigos espirituais a trabalhar pelo seu fortalecimento.
Será muitas e muitas vezes inspirado com pensamentos que o animarão.
Quando se encontrar no meio das dificuldades, uma intensa luz cairá do Alto e suavizará suas aflições.
Quando se sentir dominado pela tristeza, as forças do bem serão a gota de esperança a lhe devolver a coragem para se reerguer e prosseguir.

Amparo não lhe faltará!

Se muitos forem os desafios, acalme-se! Porque em maior número chegarão as bênçãos do Pai.
Diante das instabilidades da vida, recorre sempre a prece e essa será a grande companheira que devolverá a paz a sua existência.
Quando todas as portas se fecharem, aguarde! Porque nova porta está prestes a ser iluminada.

Amparo não lhe faltará!

Prossegue abraçado ao Evangelho! E não espere apenas caminhos floridos, porque a travessia pelo Calvário ainda se faz necessária, mas não carregará sua cruz sozinho.

Nenhum sofrimento é eterno, a prova termina quando o aprendizado é assimilado, lembre-se disso!
E seu Espírito ainda carece de muitas provas, por isso renasceu na Terra, aproveita essa oportunidade, aproveita a dádiva concedida pelo Criador.

Refaz seu caminho e busca a luz!

Persevera sem temer as feras que possa encontrar a sua frente, porque sempre haverá uma cúpula de proteção a lhe envolver.
Transforma a sua fé em obras e mesmo quando muitas tiverem sido as lutas, persiste! Porque tem ao seu lado o Criador, o Pai de eterno amor e com Ele nenhuma batalha está perdida!
Confie! Porque será no instante de maior fraqueza, que será mais intensamente amparado pelo Alto.
Ainda não é capaz de compreender o quanto a espiritualidade trabalha pelo seu bem estar.
A cada minuto, muitos companheiros buscam iluminar sua mente, brotando as boas ideias que lhe fazem acreditar que é capaz de seguir e muito realizar, colaborando sempre na seara do Pai.
E você é capaz sim! A centelha divina habita em você!

Acredita e faz também a sua parte! Mantém a sua fé acesa, mesmo que esteja a enfrentar a noite mais fria. Através da oração sincera, cria os canais necessários para a aproximação desses amigos espirituais e com eles, sinta-se regozijado.

Amparo não lhe faltará!

Prossegue abraçado ao Evangelho. Ide, pregai-o, mas acima de tudo vivencia-o em todos os seus atos.
Não teme os embustes que virão, porque à sua frente o Mestre Jesus caminha, assim não há escuridão que resista!

Então, segue, persevera e continua a trabalhar nas obras do bem, porque amparo não lhe faltará!

Sônia Carvalhofonte aqui



Beijos de bom final de semana para ti!
Rosane!

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