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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

BLOGAGEM COLETIVA - DIREITOS HUMANOS -


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Frei Betto *
Adital -




A 10 dezembro deste ano, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, assinada pelo Brasil, completou 60 anos.
Segundo a Anistia Internacional, ainda hoje em mais de uma centena de países se torturam prisioneiros. Os EUA não apenas o fazem, como o presidente Bush não se envergonha de defender em público "métodos duros" aplicados aos suspeitos de terrorismo.
No Brasil, com freqüência a polícia transforma uma blitz em chacina; presos pobres são seviciados em delegacias; defensores dos direitos humanos sofrem ameaças e ataques; e quem desrespeita continua a gozar de impunidade.
Houve avanços em nosso país nos últimos anos. O governo criou a Secretaria Nacional de Direitos Humanos e a tortura foi tipificada na lei como crime hediondo (inafiançável). Mas perdura uma grande distância entre as estruturas constitucionais de defesa dos direitos humanos e os persistentes abusos, assim como a ausência de garantias para protegê-los em certas áreas do país, sobretudo na região Norte.

Vivemos, hoje, sob o paradoxo de popularizar o tema dos direitos humanos e, ao mesmo tempo, deparar-nos com hediondas violações desses mesmos direitos, agora transmitidas ao vivo, via satélite, para as nossas janelas eletrônicas. O que assusta e preocupa é o fato de, entre os violadores, figurarem, com freqüência, instituições e autoridades - governos, polícias, tropas destinadas a missões pacificadoras etc. - cuja função legal é zelar pela difusão, compreensão e efetivação dos direitos humanos.
A falta de um programa sistemático de educação em direitos humanos na maioria dos países signatários da Declaração Universal favorece que se considere violação a tortura, mas não a agressão ao meio ambiente; o roubo, mas não a miséria que atinge milhares de pessoas; a censura, mas não a intervenção estrangeira em países soberanos; o desrespeito à propriedade, mas não a sonegação do direito de propriedade à maioria da população.
Na América Latina, o espectro do desrespeito aos direitos humanos estende-se das selvas da Guatemala ao altiplano do Peru; do bloqueio estadunidense a Cuba às políticas econômicas neoliberais que protegem o superávit primário e ignoram o drama de crianças de rua e os milhões de analfabetos.
Para o Evangelho, toda vida é sagrada. Jesus se colocou no lugar dos que têm seus direitos violados, ao dizer que teve fome, teve sede, que esteve oprimido (Mateus 25, 31-46).
Um programa de educação em direitos humanos deve visar, em primeiro lugar, a qualificação dos próprios agentes educadores, tanto instituições - ONGs, Igrejas, governos, escolas, partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais etc. - quanto pessoas.
Em muitos países, a lei consagra os direitos inalienáveis de todos, sem distinção entre ricos e pobres, confinada, porém, à mera formalidade jurídica, que não assegura a toda a população uma vida justa e digna. Pouco vale as Constituições de nossos países proclamarem que todos têm igual direito à vida se não são garantidos os meios materiais que o tornem efetivo.
Os direitos fundamentais não podem se restringir aos direitos individuais enunciados pelas revoluções burguesas do século XVIII. A liberdade não consiste no contratualismo individual que sacraliza o direito de propriedade e permite ao proprietário a "livre iniciativa" de expandir seus lucros ainda que à custa da exploração alheia.
Num mundo assolado pela miséria de quase metade de sua população, o Estado não pode arvorar-se em mero árbitro da sociedade, mas deve intervir de modo a assegurar a todos direitos sociais, econômicos e culturais. O reconhecimento de um direito inerente ao ser humano não é suficiente para assegurar seu exercício na vida daqueles que ocupam uma posição subalterna na estrutura social.
Há direitos de natureza social, econômica e cultural - como ao trabalho, à greve, à saúde, à educação gratuita, à estabilidade no emprego, à moradia digna, ao lazer etc. - que dependem, para a sua viabilização, da ação política e administrativa do Estado. Nesse sentido, o direito pessoal e coletivo à organização e atuação políticas torna-se, hoje, a condição de possibilidade de um Estado verdadeiramente democrático.
[Autor de "A mosca azul - reflexão sobre o poder" (Rocco), entre outros livros]
* Escritor e assessor de movimentos sociais
FONTE
AQUI

Breve histórico
Lafer localiza as origens dos Direitos Humanos nas tradições judaico-cristã e estóica da civilização ocidental. Tais tradições afirmam o valor, a dignidade de cada ser humano, o ser humano como valor-fonte, seja por ter sido criado à imagem e semelhança de Deus, seja por ser cidadão da cosmo-polis (o mundo é uma única cidade em que todos são amigos e iguais). Exemplo prático disso era a proteção jurídica conferida pelo jus gentium romano aos estrangeiros. Desenvolveu-se assim a mais que milenar crença ocidental no Direito Natural, um conjunto de normas jurídico-morais de natureza divina inerentes a cada ser humano, perante as quais poder-se-ia julgar o direito positivo como justo ou injusto.
Já no início Era Moderna (sécs. XVI e XVII), o Direito Natural foi racionalizado e seu fundamento divino foi substituído pela Razão, o elemento comum a todos os seres humanos. Na mesma época, as Reformas protestantes levaram a uma cisão profunda na Cristandade Ocidental que, somada ao processo de consolidação dos Estados-nacionais, engendrou inúmeros conflitos sangrentos, os quais levaram eventualmente ao reconhecimento da liberdade individual de crença religiosa. O instrumento jurídico que instituiu esses novos princípios organizadores da política européia foi o Tratado de Vestfália, de 1648, que encerrou a Guerra dos 30 Anos e garantiu a igualdade de direitos entre as comunidades cristãs católica e protestante no território alemão. Pode, por isso, ser considerado um dos primeiros instrumentos internacionais com medidas de proteção aos direitos humanos.
A Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão, votada pela Assembléia Nacional Constituinte francesa em
26 de Agosto de 1789 visava assinalar princípios que, inspirados no Iluminismo, iriam fundar a nova constituição francesa. Interpretações marxistas dizem que esse propósito foi defendido visando assegurar para a burguesia, no contexto de uma sociedade de classes, o direito inalienável de propriedade, com base no racionalismo e no liberalismo.
A crítica política e filosófica racionalista e a ascensão econômica da classe burguesa levaram a um período de revoluções contra os regimes absolutistas e contra a organização hierárquica das sociedades. As revoluções levadas a cabo na busca pela igualdade dos indivíduos, extinguiram a divisão em estamentos, instituindo o status único da cidadania – categoria que Arendt entendo como sendo o “direito a ter direitos” – para todos os indivíduos. Em troca dos privilégios que o status conferia, foram positivados os direitos naturais nas constituições pós-revolucionárias. Os direitos fundamentais então declarados constituem a primeira geração de direitos humanos.
A segunda geração de Direitos Humanos, de direitos econômicos, sociais e culturais, foi reivindicada ao longo do século XIX, pelos movimentos proletários socialistas. Só foi, contudo, positivada no início do século XX, pelas constituições revolucionárias mexicana e russa, bem como na da República de Weimar. Na medida em que, a partir da Europa, o sistema internacional vestfaliano foi-se consolidando, passou-se a identificar o Estado com a Nação, dando ensejo à formação de Estados-nações (Lafer, 1988: 135). Por meio das expansões imperialistas, generalizou-se o critério nacional e o território e a população do planeta acabaram divididos em Estados nacionais ou em impérios coloniais centrados num Estado nacional. A concomitante expansão do liberalismo fez com que boa parte dos novos Estados adotassem constituições que reconheciam direitos fundamentais (Lafer, 1988: 137 e 138). Nesse sistema, a proteção internacional dos Direitos Humanos se dava pelas vias diplomáticas, por meio das quais cada Estado procurava zelar pelos direitos de seus cidadãos onde quer que eles se encontrassem.
O sistema diplomático de proteção aos direitos humanos começou a ruir com a crise mundial da primeira metade do século XX. As duas Grandes Guerras geraram um gigantesco contingente de refugiados, apátridas e minorias que simplesmente não se encaixavam no sistema internacional, na trindade “Estado-Povo-Território” (Lafer, 1988: 139). Sua simples presença em algum país já era uma violação da lei, o que levou, segundo Lafer, ao Estado policial, em prejuízo também dos seus nacionais (1988: 139 e 149). Hannah Arendt identifica nesse fenômeno um dos mais importantes ingredientes para o surgimento do totalitarismo. A ruptura totalitária se dá justamente quando essas pessoas destituídas de cidadania, de direito a ter direitos, tornam-se supérfluas, subvertendo o princípio da dignidade de cada ser humano subjacente aos ordenamentos moral e jurídico do Ocidente.
Essa ruptura e a tragédia dela decorrente acarretaram a substituição do sistema de proteção diplomática dos direitos humanos por uma proteção internacional que tutelasse os direitos dos indivíduos independentemente de serem nacionais de qualquer Estado (idem: 154). Essa substituição pode ser interpretada como uma de tentativa superar os paradoxos evidenciados pela ruptura. O primeiro deles é de que um princípio jurídico universal – a proteção dos direitos humanos – dependia de um elemento contigente – a cidadania. O segundo é o de que o ser humano nu, privado de suas qualidades acidentais – a cidadania –, “vê-se privado de sua substância, vale dizer: tornado pura substância, perde a sua qualidade substancial, que é de ser tratado pelos outros como um semelhante”. Por isso, após a 2a. Guerra Mundial, o
Direito Internacional Público reagiu procurando minimizar os efeitos da condição de apátrida e refugiado, principalmente, buscando evitar tal situação. Isso foi feito por meio da elaboração de instrumentos jurídicos multilaterais que tutelam a apatridia e o status de refugiado e prevêem a cidadania como um direito humano , mas também, e mais importante, pela formação de um sistema completo de proteção dos direitos humanos que fosse aplicável a todos seres humanos enquanto tais, independentemente de sua condição ou não de nacional de algum Estado.
fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_humanos

DIREITOS HUMANOS
O que são direitos humanos?
Os direitos humanos são princípios in­ternacionais que servem para proteger, garantir e respeitar o ser humano. Devem assegurar às pessoas o direito de levar uma vida digna. Isto é: com acesso à liberdade, ao trabalho, à terra, à saúde, à moradia, a educação, entre outras coisas.
Foi a luta contra a opressão que ajudou o surgimento dos direitos humanos. A luta pela liberdade e pela vida. Liberdade que significa muito mais do que não estar preso. E a libertação de regimes econômicos, sociais e políticos que oprimem e impõem a fome e a miséria.
E importante saber que as autoridades públicas são responsáveis pela efetivação dos direitos humanos. Países como o Brasil assi­naram os documentos se comprometendo a respeitar, garantir e proteger esses direi­tos. testa forma, podemos cobrar dos governantes o dever de zelar por uma sociedade justa e sem exploração.
O povo tem poder legítimo de exigir do Estado o cumprimento dos direitos humanos.

Quais são os direitos humanos?

Antes de mais nada, é importante saber que a vida é um direito humano do qual nin­guém pode ser privado. Mas a garantia à saú­de, educação, salário justo e moradia tam­bém suo. Ninguém vive em condições dignas sem alimentação, vestuário, moradia, traba­lho, previdência, participação política e tudo o mais.
Isto quer dizer que os direitos humanos não podem ser divididos, mesmo escritos em separado. Eles dependem uns dos outros. Valem para todas as pessoas do mundo. São universais.

Vamos saber quais são esses direitos:

Direitos civis - são o direito a igualdade pe­rante a lei; o direito a um julgamento justo; o direito de ir e vir; o direito à liberdade de opinião; entre outros.
Direitos políticos - são o direito à liberda­de de reunido; o direito de associação; o direito de votar e de ser votado; o direito de pertencer a um partido político: o direi­to de participar de um movimento social, entre outros.
Direitos sociais - são o direito à previdência social; o direito ao atendimento de saúde e tantos outros direitos neste sentido.
Direitos culturais – são o direito à educa­ção; o direito de participar da vida cultural; o direito ao progresso científico e tecno­lógico; entre outros.
Direitos econômicos - são o direito à mora­dia; o direito ao trabalho; o direito à terra: o direito às leis trabalhistas e outros.
Direitos ambientais - são os direitos de prote­ção, preservação e recuperação do meio ambien­te, utilizando recursos naturais sustentáveis.

Mas, afinal, por que esses direitos são cha­mados de fundamentais?
São direitos fundamentais porque são os mais importantes. Eles são a base de toda e qualquer sociedade que se pretenda justa e igualitária.
fonte:
http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/cartilha/terra_trab/dh.html


DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

10-Dez-2008
Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Preâmbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum, Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão, Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades, Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mis alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,
A Assembléia Geral proclama
A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Artigo I
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.


PARA LER NA ÍNTEGRA CLIQUE AQUI...




ESTE POST FAZ PARTE DA BLOGAGEM COLETIVA DIREITOS HUMANOS - DIGNIDADE E JUSTIÇA PARA TODOS - INICIATIVA DO EDITOR DO BLOG Fênix ad eternum COM O SELO FEITO POR LINO REZENDE






BOM DIA TODOS(AS)!


ROSANE!


sexta-feira, 25 de julho de 2008

Mesmo Assim...





"Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo." Voltaire

Mesmo Assim
Vivemos um momento na face da Terra que, por vezes, parece que todos os valores morais estão em baixa.
E você, que está buscando construir suas mais nobres virtudes, em muitos momentos se sente enfraquecido pelo próprio mundo à sua volta.
Quando age com honestidade, comentam que você é tolo, que está remando contra a maré, em vez de fazer o que todo mundo faz. Mas se você quer ser grande perante sua consciência, seja honesto mesmo assim.
Se procura balizar seus atos na justiça, ouve que essa atitude é a de um alienado, vivendo num mundo em que vence sempre o mais forte.
No entanto, seja justo mesmo assim. Se está construindo um lar apoiado nas colunas sólidas da fidelidade, é comum ouvir gargalhadas insanas ou comentários maldosos a respeito do seu comportamento. Seja fiel mesmo assim.
Quando seu coração se compadece, diante dos infelizes de toda sorte, não falta a zombaria daqueles que pensam que cada um deve pensar em si próprio, ignorando os sofrimentos dos irmãos de caminhada.
Tenha compaixão mesmo assim. Se você dedica algumas horas do seu dia, voluntariamente, em favor de alguém, rico ou pobre, que precisa da sua atenção e do seu carinho, percebe as investidas da maldade daqueles que pensam que nos seus atos há uma segunda intenção. Seja fraterno e solidário mesmo assim.
Quando você age com sinceridade, com lealdade, é comum ser taxado de insensato, fugindo do comum em que muitos usam de subterfúgios mesquinhos para conseguir o que desejam. Seja sincero e leal mesmo assim.
Se, diante das circunstâncias do dia-a-dia, você revela sua fé em Deus e em Suas soberanas Leis, e é chamado de piegas ou crédulo, mantenha sua fé mesmo assim.
Se em face de tantos desatinos no campo da sensualidade e na falta de decoro que assola grande parte dos seres, você deseja manter-se íntegro e recatado e é chamado de louco mantenha-se íntegro e recatado mesmo assim.
Quando aqueles que se julgam acima do bem e do mal tentam apagar a chama da esperança que você acalenta no íntimo, afirmando que a esperança é a ilusão da mediocridade, mantenha a esperança mesmo assim.
E, por fim, mesmo que alguém tente roubar a sua coragem de continuar lutando e acreditando em dias melhores, mantenha sua coragem e continue acreditando mesmo assim.
Ao findar sua jornada terrestre, e só então, você poderá contemplar a ficha de avaliação do seu desempenho. Somente você será responsabilizado por seus atos. E tenha a certeza de que todos aqueles que tentaram desviá-lo do caminho reto não estarão lá para lhe dar apoio... .......................................

Madre Teresa de Calcutá, dentre tantos conselhos preciosos que legou à humanidade, deixou um conselho especial para aqueles que desejam construir na intimidade as mais nobres virtudes, dizendo:

"Muitas pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas. Ame-as, mesmo assim." "Se você tem sucesso em suas boas realizações, ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos. Tenha sucesso, mesmo assim."

"O bem que você faz será esquecido amanhã. Faça o bem, mesmo assim." "A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável. Seja honesto, mesmo assim."

"Aquilo que você levou anos para construir, pode ser destruído de um dia para o outro. Construa, mesmo assim."

"Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda, mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar. Ajude-os, mesmo assim."

"Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar. Dê o que você tem de melhor, mesmo assim."


Seis erros que cometemos em casa e que trazem grandes prejuízos à nossa saúde, hoje lá no receitinhas e dicas da vovó Rô, e novas receitinhas também, coisinhas para diabéticos e para quem quer fazer regime, te espero por lá também...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

- Honra também se ensina -


Feliz aquele que transfere o que sabe, e aprende o que ensina.
"Cora Coralina
A Honra Também Se Ensina
É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.
É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil
. É o contador que se compromete perante a empresa em providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que este diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que este assuma a parte que lhe diz respeito.
É o político que promete mundos e fundos e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada juntos aos seus eleitores.
Esses e outros tantos casos acontecem com freqüência nos dias atuais.
É natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.
Todavia, vale a pena refletirmos um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.
Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.
Quando os filhos são pequenos, não damos a devida atenção às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.
Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele uma mudança de comportamento.
Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre a importância da palavra de honra.
Assim, a palavra empenhada não é cumprida, e nós não fazemos nada para que seja.
Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra.
Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não tem o peso que deveria.
É importante que pensemos a respeito das causas antes de reclamar dos efeitos.
É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez.
Ensinar aos meninos que as irmãs dos outros devem ser respeitadas tanto quando suas próprias irmãs.
Que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.
Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para só depois atender como que estivéssemos fazendo um grande favor.
Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.
Não há efeito sem causa. Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.
Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.

Hoje tem receitinha la no Receitinhas e dicas da vovó Rô! Bolo Mousse de chocolate

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Corpus Christi,Seja Solidário,Liberdade Ana Virgínia-"JUSTIÇA"-


Hoje a Igreja Católica nos convida a festa de Corpus Christ.
Iria postar, como sempre, toda a origem desta linda festa em reverência ao Corpo de Cristo. que saia às ruas de todas as cidades do Brasil e do mundo.
Mas dia melhor não poderia haver para fazer uma postagem diferente e com certeza, enviada pela providência do Senhor.
Ontem ao passar para desejar um feliz e santo feriados a todos os amigos da Blogosfera me deparei com duas matérias que me comoveram o coração e a alma.

A primeira vem do maravilhoso e completo Blog Gente Sem Saúde com dois pedido::-

O primeiro em carater de urgência - COLOCAREI NA INTEGRA -

Este vem do amigo Do. Reproduzo as palavras dele tal e qual:
"Meus amigos,Não comentei aqui antes por se tratar de um drama pessoal de um amigo blogueiro. O extinto HYNKEL foi dos primeiros blogs que conheci e que se manteve na ativa por muitos anos. Infelizmente,meses atrás,o FELIPPE descobriu estar muito doente e resolveu fechar o blog,mas criou outro,o
CER HUMANO onde passou a descrever tudo que acontecia com ele e sua doença. Atualmente os médicos diagnosticaram que ele desenvolveu leucemia mieloide aguda e precisa URGENTEMENTE de um transplante de medula. Peço aos amigos que, não só divulguem ,mas que,quem puder,faça o teste de compatibilidade. Maiores informações no blog do FELIPPE,o CER HUMANO . "Entenda um pouquinho disso...Leucemia mielóide aguda (LMA), também conhecida como leucemia mielogênica aguda, é um câncer/cancro da linha mielóide dos glóbulos brancos, que se caracteriza pela rápida proliferação de células anormais que se acumulam na medula óssea, interferindo na produção normal de células sanguíneas. É o tipo mais comum de leucemia aguda que afeta adultos, e sua incidência aumenta com o envelhecimento. Embora a LMA seja uma doença relativamente rara, representando cerca de 1,2% dos óbitos causados por doenças oncológicas nos Estados Unidos[1], é esperado um aumento da sua incidência devido ao envelhecimento da população.
Os sintomas são causados pela substituição das células normais da medula óssea, resultando em uma queda na contagem de
glóbulos vermelhos, plaquetas e de leucócitos normais. Estes sintomas incluem: fadiga, falta de ar, hemorragia, e aumento do risco de infecções. Embora vários fatores de risco para a LMA sejam conhecidos, a causa específica permanece incerta. Uma característica da doença é sua rápida progressão, podendo ser fatal em um curto espaço de tempo (semanas ou meses), se deixada sem tratamento adequado.
A leucemia mielóide aguda é uma doença potencialmente curável, mas apenas uma pequena parcela dos doentes são curados com a terapia utilizada atualmente. Usualmente o tratamento inicia com
quimioterapia, visando induzir à remissão, embora grande parte dos doentes necessitem de um transplante de medula óssea para alcançar a cura.Leia mais na fonte: Wikipedia.

E o outro pedido dos amigos do
Blog Gente Sem Saúde::-

E o outro, vem do meu amigo de Portugal, Victor Simões, a pedido do Dr. Daniel Pereira da Silva, Diretor do Serviço de Ginecologia do IPO Coimbra. Também reproduzo as palavras dele:
Caros Amigos e AmigasPreciso da vossa ajuda.Assinem a petição.
http://www.cervicalcancerpetition.eu/para que o cancro do colo do útero venha a ser discutido no parlamento europeu, de modo a que os rastreios sejam uma realidade em todos os países, nomeadamente em Portugal, onde só existe na região centro.Best Regards / AtentamenteVictor SimõesQuality / ProductionE- mail: victor.simoes@ficosa.comvictorvalesimoes@gmail.comhttp://www.ficosa.com/

Agora está na sua mão... O resto é com você!


A outra notícia::-

É um comunicado que faço com muita alegria, quando por minha passagem pelo Blog da Luma.
Nele vocês encontraram um email que ela (LUMA ) recebeu de Ana Rosa Sardinha, irmã de Ana Virginia o qual poderam ler na integra, ou no Blog de Ana Vírginia Sardinha com todas as informações sobre o caso.



O Verdadeiro alimento::-
As palavras de Jesus quanto a "comer a sua carne" e "beber o seu sangue", causaram dúvidas em seus adversários e até em seus discípulos. O linguajar do Mestre pareceu-lhes duro e exagerado. Quem, em sã conciência,podia fazer tal afirmação? Jesus foi taxitivo. falava, claramente em mastigar a sua carne e ingerir o seu sangue, no sentido material, e não em sentido figurado. Daí o mal-entendido.
Entretanto, o bom entendendor - o cristão iniciado na doutrina de Jesus - sabe perfeitamente que se tratava do Sacramento da Eucarístia. A comunidade que celebra "come o corpo de Cristo" e "bebe o sangue de Cristo", sob a figura do pão e do vinho. Este gesto, no entanto, tem como elfeito gerar uma verdadeira comunhão de vida entre Jesus e o discípulo. Assim como comer e beber tornam o alimento e a bebida parte do oorganismo humano, ao serem assimilados, o mesmo acontece, quando se participa da Eucarístia: por meio dela, o discípulo entra na mais profunda comunhão com Jesus ressucitado, tornando-se uma só coisa com ele.
Somente quem participa da comunidade cristã experimenta esta comunhão com o Senhor. Ninguém celebra a Eycaristia sozinho. Vivendo em comunhão com os irmãos e irmãs de fé, os discípulos, pela eucaristia, têm garantia a vida eterna, que brota do Ressuscitado.
Pai, faze que eu entenda cada vez mais o sentido da eucarístia, sacramento de comunhão transformadora com o teu Filho Jesus. Que ela seja, para mim, fonte de vida eterna.
Amém!
Padre Jaldemir Vitório, SJ


sábado, 3 de maio de 2008

Vida sem preconceito!


Vida sem preconceitos::-
por Eugenia Victal

Por que mulher precisa tanto de romance?
Uma revelação: o príncipe encantado tem chulé. Quase sempre, o sonho não é real.
A realidade nos acorda aos berros, bem diferente dos sussurros que planejamos.
O dia-a-dia, coitado, luta, diariamente, para sobreviver.
Bem feito pra nós, que fizemos planos e idealizamos, pois ninguém tem que corre
sponder a isso.
Mas, e o romance, onde foi parar?
Flores e tudo o mais
Toda mulher, alguma vez – ou sempre, dependendo do caso – reclama ao companheiro que ele não a namora mais.
Cadê a doçura? Cadê a pressa em nos ver? Cadê os elogios? Os aniversários já são esquecidos e “não deu tempo” para o presente? Lamentamos o saudoso romance, perdido em latas de cerveja, futebol e trabalho.
A maioria dos homens não sabem lidar com isso e a maioria das mulheres sentem isso. E lá se vai também a auto-estima, nosso combustível.
A verdade é que a gente se sente um nada e se pergunta onde está aquela mulher m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a que fez os olhos dele brilhem?Mas, jamais tente descobrir isso depois do álcool, pois é discussão na certa. E, no dia seguinte, ele nem vai se lembrar...
Quer flores? Distribua flores, pois a maioria as quer mas só distribui espinhos pela vida. Reclama o tempo todo e não olha pro umbigo. Aí fica fácil. Reclamar é mole, mole. Difícil é a gente olhar para dentro e ver o que pode estar ajudando esse tipo de comportamento.
Agora, se, por outro lado, você estiver tentando tirar leite de pedra, é melhor você procurar romance em outra pessoa, pois, desse jardim, não sairá flor alguma.
Culpa, minha culpa.
Pode bater no peito e confessar. Sabe o que é que os faz nos deixarem de lado? Nós mesmas. Sabe por quê? Porque “abrimos mão”. É verdade.
Homens são naturalmente mais individualistas e isso é uma característica deles. Não quero dizer egoístas, o que é bem diferente. Mas, sensibilidade não é o forte deles e não adianta sofrer com isso!
As mulheres, por sua vez, cedem demais e cobram demais por isso. Quando acordam, a juventude se foi, o corpo se foi, os amigos se foram.
Às vezes, até o companheiro se foi. Você deixou de fazer as coisas que gosta e a sua vida passou a girar em torno dele, seu sol.

De repente, cadê você? Viramos, quando isso acontece, antagonistas de nós mesmas, co-autoras de nosso próprio filme, reféns de nossa prisão particular. Um avesso que não reconhecemos e que não se cabe de tanta carência. Não, ele não vai recuperar você. E nem pode. Foi você que se perdeu seguindo o caminho dele, os gostos, dele, a família dele, os amigos dele, blá, blá, blá. Sim, a culpa é toda sua.

Cultura

Temos a cultura do aceite, tolere, perdoe, resigne. Não é para levantar a bandeira do “tudo eu” e da intolerância, calma lá! Mas, apesar das mudanças emocionais, comportamentais e profissionais do universo feminino, quando amamos, tendemos a ser primitivas.
A maternidade, maravilhosa, é um agravante, já que gerar uma vida é tirar o foco de si. Normalmente, somos mães mesmo quando não temos filhos e transformamos o outro em nosso razã
o de ser, tirando o foco de nossas vidas e, com isso, desfocando nossa vivacidade enquanto a vitalidade se esvai, como uma vela se consome com o tempo. Mas, essa “cultura”, não impôs isso a ninguém.
Quando somos adultos, somos responsáveis pelas nossas escolhas. Não adianta culpar os pais pelo modo como você foi criada, pois você cresceu.
Agora, é você quem escolhe qual caminho serve para você e ninguém tem parte nisso. Quer ser escrava porque sua mãe foi? Come on! A vida é sua e a sua mãe não tem nada a ver! E, se você viu o exemplo e não o quer para você, decida-se. Só se escraviza quem se permite isso. Não espere para ouvir isso dele, pois seus anos não voltarão. Acredite, não é bom.
Enfim, o romance
Vivemos frágeis. O sexo frágil tem que ser forte a todo momento e manter essa força nos deixa incrivelmente frágeis. Se queremos romance, precisamos resgatar em nós as características que inspiraram o romance neles.
Ninguém vai romancear com uma neurótica que traz os problemas do trabalho para a cama e usa o marido como escudo.
Muito menos uma mulher que se tornou mãe e esqueceu de ser esposa, amante, cúmplice. Cadê aquela mulher que fazia amor no carro, de madrugada? Cadê aquela mulher alegre, que achava graça das sem-gracesas dele? Cadê aquela mulher que o defendia até debaixo d´água e que hoje, quando ele erra, aproveita o deslize e diz “Não falei?” ? Cadê a mulher que se arrumava para ele e hoje mal se cuida? Cadê aquela mulher que elogiava até as qualidades que ele não tinha e hoje só destaca os defeitos dele? Onde foi parar a mulher que o amava acima de qualquer coisa e que hoje so quer saber de pensão? O erro nunca está de um lado só. Nunca.
Ninguém está 100% certo. Se você observar bem, pode ser que você seja a pessoa perdida. Pode ser que ele esteja esperando que você retorne para ele.
Estou falando daquela mulher, sabe? Estamos falando de resgate. Tendemos a achar que as pessoas têm que corresponder às nossas expectativas, mas a realidade não é assim.

Achamos que ele deixou de ser carinhoso, mas pode ser que nós nos tenhamos afastado dos abraços dele.
Queremos cinema, mas nos grudamos à tv.
Queremos sexo, mas temos sono.
Queremos elogios, mas não nos cuidamos.
Queremos férias, mas carregamos o mundo.
Queremos doçura, mas somos amargas.

Sim, precisamos de romance para sobreviver.

Cadê aquela mulher por quem ele se apaixonou? Encontre-a. E você encontrará o romance.

Blargh!Mulher é bicho esquisito, já cantava Rita Lee. E somos mesmo. No auge da TPM, queremos chamegos e dizemos que ninguém nos ama mais. Isso é Blargh! Queremos sexo três vezes seguidas(claro, pra nós, é moleza!!) e quando ele, exausto, vira pro lado pra descansar, a gente Blargh!, acha que ele não deu atenção.
Haja paciência pra agüentar a gente, sabia? Tanto a gente não se agüenta que escolhe um homem para ter ao lado! Há!Há!Há! Mas, a gente se ama mesmo assim, só precisamos nos dar mais valor.
E se você é mulher nota 10 que o fez se apaixonar por você e o cara se per
deu, Blargh! pra ele, oras! Blargh! quando a gente se esquece que o romance mora dentro da gente! A gente quer que o outro nos enxergue, mesmo nos nossos chiliques e na nossa loucura. A gente quer ser adulada, rapazes. Façam isso, mesmo sem entender, e terão o céu.
Agora, Blargh! se você, mulher, se abaixa para os outros pisarem e ainda reclama. “Se você se escraviza, o problema é seu”, lembra? Se ele não é príncipe que você sonhou, ou você acorda e cai fora ou tenta ver as qualidades dele! Blargh! Blargh! Ninguém é mais merecedora de romance que você, acredite nisso.
Desperte romance e terá romance. O melhor presente de Natal é você.

Eugenia Victal é Publicitária e Apresentadora de TV. Envie seu e-mail para
eugeniavictal@bol.com.br e participe desta coluna.

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