quinta-feira, 30 de outubro de 2008

UM PAI ATÉ O FIM


Clique na imagem e participe você também que é

CONTRA O ABORTO



Por que será... que os jornais e revistas não publicam entrevistas com os muitos cientistas, médicos, psicólogos, juristas, etc., que são a favor da vida e contra o aborto, e representam mais de 90% da população? E só dão espaço para os (poucos) que são contra a vida?


Você saberia me responder?


Clicando no parágrafo acima você encontrará muito mais sobre este assunto tão importante



Seja a favor da vida e diga não ao aborto.






Um pai até o fim:
Anencefalia x Liberdade

Paulo Tominaga



Após ter um filho anencéfalo no ano passado, é com pesar que vejo como o tema tem sido tratado desde a recente decisão de um dos ministros do STF, na qual se assegura às mães o direito de dispor da vida daqueles que venham a gerar. É interessante notar como apenas de modo passageiro se faz referência a estas pequenas pessoas, ficando a tônica da discussão sobre um tal ''direito à liberdade de escolha'' dos adultos envolvidos no caso. Como se a gravidez correspondesse apenas a uma vida - a da mãe -, podendo prescindir da existência do filho.

Este enfoque parece ilustrar como o egoísmo impera em nossa sociedade. Sempre tinha ouvido falar no amor da mãe por seus filhos como o mais excelso tipo de amor possível. E desde os antigos gregos, este costumava ser indicado, para todos, como um ideal a ser alcançado, na relação com os demais.

Hoje, o que parece preponderar como meta é outra espécie de ''amor'', verdadeiro culto religioso, por uma triste caricatura de ''liberdade'', entendida como absoluta falta de compromissos. Não mais se aceita, nem mesmo, o compromisso de se preservar a vida de um filho, se este não puder corresponder às expectativas de seus pais ou - o que é pior - da maioria da sociedade. Neste quadro, fica claro que, para alguns, só sentem filhos para uma satisfação da auto-estima, como parte de um projeto pessoal ou para que possam, de certa forma, ''divertirem-se'' com as crianças, utilizando-os, como se fossem um objeto qualquer. Se não há a perspectiva de que uma criança venha a proporcionar alegrias aos pais, então é melhor descartá-la o quanto antes - no ventre da mulher, de preferência -, pois assim termina logo esta existência ''insuportável e sem sentido''!

Uma pessoa não pode ser eliminada simplesmente porque não é como nós gostaríamos que fosse. Criam-se teorias e mais teorias para tentar encobrir o óbvio: está se matando uma pessoa, em nome de se ''eliminar os terríveis sofrimentos, verdadeira tortura'', que sua existência causa a sua mãe, a seu pai. Além do mais, dizem, esta criança está condenada à morte, de qualquer forma. Assim, apenas se está antecipando aquilo que naturalmente iria ocorrer em pouco tempo.
Amigos, a criança já terá uma vida breve. Que saibamos respeitá-la. Posso assegurar, por experiência própria, que este caminho conduz a um crescimento grande no amor entre os cônjuges, e na capacidade de se doar aos demais filhos. Filhos que virão, com certeza, como veio para nós neste ano o pequeno Rafael, talvez a demonstração mais palpável de que não há qualquer ''trauma'' no caso, se os pais souberem agir com serenidade.

Se realmente desejam ajudar aos que passam por tais situações, saibam tratar do tema com um enfoque prático que não distorça a realidade mais óbvia, querendo criar teorias para esconder uma vida ou afirmar cegamente que este filho nunca existiu. O problema de saúde, a má formação da criança, é um fato que atualmente não se pode reverter. A questão não está apenas no que se deve fazer durante a gestação. O grande problema, para os pais - e para a mãe, em especial - é como lidar com o fato ocorrido, depois de este período ter acabado. Porque não é possível se esquecer de um filho: ficará para toda a vida a recordação destes dias. E então, ou a mãe irá se lembrar de que, não podendo ajudar seu filho, matou-o, porque ele não era nem poderia vir a ser como se desejava que ele fosse; ou irá se lembrar, com carinho e ternura, de que seu filho, que teve uma breve existência, foi sempre amado e respeitado.



Amem seus filhos. Garanto que vale a pena.
Paulo Tominaga, Mestre em Ciência da Computação, engenheiro pela Unicamp, advogado, atualmente é Consultor do Núcleo Jurídico do PRODASEN - Senado Federal. Tem três filhos, sendo que o segundo, já falecido, era anencéfalo.



Fonte Portal da Família








Todos que me conhecem sabem que eu não tenho preconceito a nenhuma religião, doutrinas e outras, desde que elas assim como eu acreditam que há um Deus maior, que nos criou e nos fez sua imagem e semelhança, que nos ama como seus filhos, que enviou o Verbo encarnado seu filho Jesus, que não nos abandonou mesmo depois de Ascenção aos céus e nos deixou o santo Espírito para ser nosso defensor. Coloco aqui para vocês a visão dos Irmãos Espíritas que está na matéria que você ler e tirar suas próprias conclusões fazendo assim como eu faço meus paralelos, lendo, discernindo, meditando. Faço também quando leio textos, reflexões e matérias de outras religiões, respeitando a opinião de cada uma delas. assim como respeito os que também vão contra a minha religião e meus dogmas de Fé.

Leiam este trecho e depois percam algum tempo para ler também os testemunhos que a Adriana colocou, e com muito carinho permitiu que eu editasse aqui também.


Parte da matéria do Blog da Adriana ;-


Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral, estando faltantes regiões do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós-parto.
Afim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema, exemplificaremos com um caso real. Usaremos nomes fictícios.
LEIA MAIS AQUI...



Conheça algumas histórias emocionantes de bebês anencéfalos e suas famílias. Histórias de amor, superação e fé. Vale a pena ler!



Veja o caso da menina Marcela (blog Bom Espírito): CLIQUE AQUI
Leia o relato de Janaína, mãe de Thalles, um anencéfalo:
CLIQUE AQUI
Conheça a história de Maria Teresa, anencéfala:
CLIQUE AQUI
Visite o blog Bebê Anencéfalo (e conheça Patrícia e Sofia):
CLIQUE AQUI


Clique aqui para ver a Apresentação em Power point com o bebê já nascido e outras fotos do feto pegando na mão do cirurgião. FONTE DE INFORMAÇÃO AQUI





Se você ficou tocado por algumas dessas histórias, divulgue!
Diga não ao aborto! Diga sim à vida!


Rosane!


Bom dia a todos que amam a vida e respeitam o direito a ela por todos!




8 comentários:

  1. Bom dia, voinha!

    A senhora já sabe qual é a minha opnião sobre o assunto em caso dos fetos anencéfalos. Eu sou a favor do aborto, mas não porque filhos satisfazem a nossa auto-estima... mas sim porque o que geramos é vida, é luz... e nesses casos não há espectativa de vida, tanto a mãe, quanto o filho correm risco...
    E quanto ao caso da menina Marcela, já foi comprovado que é um caso raro da anencefalia...

    Adorei o seu post vovó, e já vou conferir a opnião da Adriana!!

    BEijos, amo a senhooora

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  2. Bom dia Rô!
    Volto depois pra comentar. Fiquei tão triste agora. Aquela imagem ali... que tristeza.
    beijos.

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  3. Oi Rô!

    Que linda postagem! Gostei muitíssimo do texto colocado aqui e concordo com a opinião desse pai. Ele tocou em temas muito importantes e profundos, que muitas vezes as pessoas preferem nem pensar, é a tal da hipocrisia da sociedade, que 'se choca' com determinadas coisas, quando não deveriam, ao mesmo tempo em que diariamente comete muitos crimes, considerados 'normais'... O grande problema do ser humano é mesmo o egoísmo, que muitas vezes é travestido de 'piedade' ou 'justiça', mas que não passa de egoísmo...

    Bom, pelo que eu já percebi, uma gravidez de um bebê anencéfalo não apresenta risco para a mãe. Os médicos sabem de muitas coisas, mas nem tudo falam para as pessoas, falta um pouco mais de respeito pelo ser humano... A grande justificativa para o aborto nesses casos ainda é o de que “essa vida não valeria de nada”, “de que adiantaria passar 9 meses esperando por um ser que viverá algumas horas?” Enfim, cada um com seu entendimento, sem comentários... É como eu sempre digo, devemos respeitar ao máximo a opinião de todos, mas não podemos deixar de lamentar por aqueles que não valorizam devidamente a vida, seja ela como for. Nós não somos nada, não temos capacidade nenhuma de julgar quem deve ou não viver, como, quando ou porque...

    A história dessa foto é maravilhosa. Essa imagem é muito significativa, já coloquei no meu blog, em um post sobre o aborto. Para mim é como seu o bebê estivesse dizendo: “deixe-me viver”. Claro que, nesse caso a gente sabe que ele está agradecendo, né? Muito lindo.

    Rô, no seu post, onde vc colocou “LEIA MAIS AQUI” o link está com problemas! Caso queira consertar, o correto está AQUI.

    Beijos e obrigada pelo carinho! Ah, já respondi teu recadinho de hoje, tá? Passa por lá, se puder! Eu sou do Recife! Rsrsrs...

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  4. Ro...

    Na faculdade, a questão da Anencefalia gera polêmicas, por ser uma gestação de risco, pelo fato do bebê não ter condições de sobrevivência. Mas são histórias como a da Marcela que me fazem pensar no quanto a medicina ainda tem a descobrir dos mistérios de Deus.
    Carrego comigo a idéia de que tudo na vida tem um porquê. E acho que, se Deus permite que um casal tenha um bebê que não vai sobreviver, é porque esse bebê tem algo muito importante a ensinar a esses pais. Mesmo que brevemente.

    Cada um tem o direito de escolher. Mas não acho justo que os médicos tentem induzir mães a abortar anencéfalos. Apesar dos riscos, já que, vendo por esse modo, até mesmo uma gravidez normal gera riscos, bem como qualquer tipo de procedimento invasivo. Risco por risco ele sempre vai estar ali.
    E com certeza, esta não será a minha conduta.

    Beijo, minha querida, agradeço a Deus todos os dias por vc em minha vida, suas orações tem me feito mais forte. Não estou triste, às vezes não sei explicar bem isso. Não quero mudar nada, só sinto falta dele do meu lado, me ensinando o que eu não sei.

    Com todo meu amor.
    Ju

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  5. olá queria....
    qto tempo...

    demor a aparecer + sempre q posso to por aki

    fazendo uma visita basica... e hj to passando bem rapidao só pra te convidar a afazer parte da árvore de natal da blogosfera q to promovendo

    qdo tiver um tempo dá uma passada no mundo afora e confere

    bjoooooooooooos

    www.mundo-afora.com

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  6. Oi Vó, Rô!
    Parabéns pela coragem ao expor tuas idéias... Eu tbm sou a favor da vida, em algumas situações ainda sou favorável ao aborto, porém sou totalmente favorável a valorização da vida...
    Bjs
    Tem selo pra ti lá em casa...
    Leandro

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  7. Bom dia, Vóvó Rô!
    Adorei ter recebido a sua visita. É sempre muito bem-vinda, claro!

    Vim bisbilhotar o seu blog, e me deparo com este post.
    Eu também sou completamente contra o aborto. Há uns 2 anos atrás, houve um referendo em Portugal, e eu fui votar contra. Infelizmente, o "sim" ganhou, e agora o aborto foi legalizado aqui. Tem sido uma autêntica mortandade nas clínicas e hospitais. Não entendo este mundo.

    Essa foto dessa mãozinha encheu-me o coração.

    Beijos

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  8. Oi! Se não me engano, essa foto da mãozinha do bebê segurando o médico é uma cirurgia intra uterina, não um aborto. Eu já vi a foto, era um bebê com problemas que foi operado no útero, nasceu saudável.

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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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