quinta-feira, 15 de maio de 2008

BLOGAGEM COLETIVA-COISAS DO BRASIL-

http://leioomundoassim.blogspot.com


CAMPINAS INTERIOR DE SÃO PAULO

CIDADE DAS ANDORINHAS
NA VISÃO DE UM ARTISTA



Projeto: “Campinas de todos os tempos”
Fonte de informação::-
http://www.guiaviagem.tur.br/Htmls/campinas.htm



História de Campinas, retratada, com pintura à óleo, em painéis medindo 1,38 x 1,22 mts. cada um, desde a fundação até a metropolização. Foram confeccionados 10 painéis, com motivos exclusivos, isto é, criados temas de acôrdo com a história e os locais dos acontecimentos.
1) A composição do conjunto, é para que os estudantes conheçam a historia da cidade em que nasceram, ou estão morando, pois, Campinas, teve na história do Brasil, posição de vulto no andamento político-econômico, cultural e social.
2) Há cada 10 anos será complementado, com mais um painel, atualizando o andamento dos acontecimentos na cidade.Para que este projeto tenha finalidade educacional e cultural, tem o apoio de: Secretária Municipal de Educação, Secretária Municipal de Cultura Esporte e Turismo e Delegacia Regional de Cultura de Campinas e Câmara Municipal de Campinas.

Por Antônio Carlos Lanaro Artista Plástico - Nascido em Campinas

Ver currículo do Artísta


ORIGEM DA CIDADE

Campinas provém de um pouso situado à margem da estrada de Goiás, por onde passavam os bandeirantes que iam para Goiás; local da fundação da povoação numa paragem denominada Campinas do Mato Grosso, pertencente à paroquia de Jundiaí, constando em 1.772 com 357 moradores, dedicados ao cultivo da terra, atividade que se mostrava fértil e promissora. A ereção da freguesia de Nossa Senhora da conceição e a existência do pouso são dois fatos que não podem ser desvinculados um do outros e tiveram importância fundamental na ereção de uma Igreja, desmembrando-se o lugar da paroquia de Jundiaí. No ano seguinte, 1.773, no dia 18 de Janeiro, o Governo Diocesano de São Paulo autoriza o levantamento de uma igreja no local denominado Campinas do Mato Grosso. No lugar de uma igreja, foi constituído uma capela provisória, na qual o pároco Frei Antônio de Pádua celebrou a primeira missa, no dia 14 de Julho de 1.774 (data oficial da fundação de Campinas. Essa modesta capelinha serviu como igreja matriz durante sete anos.Bairro de Mato Grosso - 1.722Passagem Obrigatória dos Bandeirantes Século XVIII
1.ª SESMARIA



A 1.ª Sesmaria da região foi conseguida por Antônio da Cunha Abreu, que era morador em Piratininga. O Governador na época era o Capitão-General Antônio da Silva Caldeira Pimentel. Isso aconteceu à 17 de Maio de 1.728, e a Sesmaria tinha a extensão de quase um légua com centro, aproximadamente, no atual Largo da Igreja do Carmo.Os interessados de outras paragens, continuavam a penetrar em nossas terras e entre estes vamos encontrar a família Leme, oriunda de Taubaté.Francisco Barreto Leme de origem fidalga, dirigia a lavoura.O povoado que se alastrou rapidamente, com quatrocentas almas, entre brancos livres e escravos, segundo o recenseamento de 1.767. Os moradores de Nova população achavam que esta já estava em condições de fazer sua independência.
Povoado - Campinas do Mato Grosso1ª Sesmaria da Região - 1.728
FUNDAÇÃO DE CAMPINAS
No dia 27 de Maio de 1.774, o Governador da Capitania de São Paulo, Dom Luiz Antônio de Souza, encarregou a Francisco Barreto Leme de formar uma povoação na paragem denominada Campinas de Mato Grosso, distrito de Jundiaí. Esse ato, firmado por Dom Luiz Morgado de Mateus, outorgou a Barreto Leme os títulos de Fundador Administrador e Diretor de Povoação que ordenará fosse criada, onde e como fazê-lo. Planta-se. portanto, através do ato do Morgado de Mateus, oficialmente, a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, sendo a modesta capelinha o ponto de convergência dos habitantes da região.Em 1.781, a Capela provisória – construída onde se encontra hoje o monumento-túmulo do Compositor Carlos Gomes – cederia se lugar de sede da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição à Matriz Definitiva, que embora não concluída, foi inaugurada em 1.781. Com a criação da nova Paróquia de Santa Cruz pela lei provincial de 18 de Abril de 1.870, que dividiu em duas a Paroquia de Nossa Senhora da Conceição e pela Provisão do Bispado de São Paulo. A matriz da Conceição passou provisoriamente para a Igreja do Rosário, onde funcionou até a inauguração em 08 de Dezembro de 1.883, da “Matriz Nova”, que seria no futuro a Catedral, considerada a Igreja Mãe da Arquidiocese de Campinas. A “Matriz Velha” erigiu-se então em sede “Paroquia do Norte”, sob a proteção de Nossa Senhora do Carmo.
1ª Missa - Capela Provisória - 1.774Fundação de Campinas do Mato Grosso de Jundiaí
EREÇÃO A VILA

No dia 13 de Abril de 1.782 faleceu Francisco Barreto Leme, o fundador de Campinas, aos 78 anos de idade, estando sepultado no interior da basílica de Nossa Senhora do Carmo.Em 27 de Outubro de 1.797, os moradores das Freguesia de Campinas enviam ao Governador da Capitania de São Paulo uma representação solicitando a ereção da mesma à categoria de Vila, por contar com 2.107 habitantes e mais de 400 fogos. O pedido é atendido em 16 de Novembro de 1.797, pelo Governador da Capitania de São Paulo através de uma portaria mandando erigir em Vila a Freguesia de Campinas.Já na qualidade de Vila, Campinas realiza as primeiras eleições para a escolha de juizes e oficiais da Câmara, mas por contenda política, os eleitos não tomam posse. Mas em 26 de Abril de 1.798 é eleito o Conselho Municipal, sendo também eleitos os vereadores e o procurador.Um fato interessante: em 15 de Junho de 1.798, passa-se a primeira escritura de venda de uma propriedade agrícola no município, com a transação do Sitio “Cachoeirinha”, por trinta e dois mil reis.Já nessa época, Campinas vinha se destacando como centro canavieiro, com a existência de vários engenhos. Já existiam gente de posse na cidade, tanto que no dia 06 de Outubro de 1.807 houve uma reunião com o fim de construir uma nova Igreja Matriz – que é hoje a nossa majestosa Catedral, que durou 70 anos para ser Construída.
ELEVAÇÃO À CIDADE
Vila de São Carlos, eis o primitivo nome de Campinas. Já nesse tempo, a cidade já se desenvolvia. No dia 21 de Abril por um bando do Governo do Estado, publica-se o edital para construção do prédio destinado à Câmara Municipal e Cadeia. Esse edifício, construído de taipas. Localiza-se num terreno onde encontra hoje o monumento-túmulo de Carlos Gomes.No dia 29 de Dezembro de 1.832, foi criada a Comarca de Campinas, o que assinalou um grande passo na senda do progresso, que teve o se ponto mais alto em 05 de Fevereiro de 1.843, quando a Vila de São Carlos é elevada à categoria de cidade, com o nome de Campinas; o ato que elevou Campinas à categoria de cidade foi assinado pelo Barão de Monte Alegre, Presidente da Província de São Paulo. Campinas vibrou com a elevação à categoria da cidade, festejando o fato através de manifestações ruidosas e homenagens às autoridades.Já nessa época, a cultura da cana-de-açúcar começou a ser substituído pela plantação do café, que teve, alias, uma importância extraordinária no desenvolvimento da cidade. Começou aí a época dos chamados “Barões do Café”, donos de imensas propriedades agrícolas que possuíam numerosos escravos que cuidavam da lavoura e serviços domésticos.
Centro Canavieiro - 1.797Elevação à Vila de São Carlos
COMBATE DA VENDA GRANDE

O chamado “Combate da Venda Grande”, constituiu um dos mais importantes fatos históricos de Campinas, ocorrido em 1.842, durante a chamada Revolução Liberal que em Sorocaba, sob a liderança do Brigadeiro Tobias de Aguiar. Essa revolução ocorreu no mesmo ano em que a Vila de São Carlos emancipou-se a categoria de Cidade, passando a chamar-se Campinas. Nessa época a cana-de-açúcar ainda predominava. “Venda Grande” era o nome de um engenho e nesse local travou-se ao choque entre os dois partidos que existiam na época, o Partido dos Liberais e dos Conservadores. O sobrado era denominado Venda Grande em virtude foi sua grandiosidade.O movimento liberal teve inicio em 17 de Maio de 1.842, na cidade de Sorocaba, cuja câmara aclamou revolucionando como presidente da Província o Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar. Contou, inclusive com a adesão do ex-senador e ex-regente Pe. Diogo Antônio Feijó que na época residia em Campinas. O Combate da Venda Grade aconteceu a 07 de Junho de 1.842, na região de Campinas, envolvendo muitos campineiros que aderiram causa liberal, dentre os quais o Capitão Boaventura do Amaral Camargo.No combate travado nas proximidades da Venda Grande, as tropas legais, sob a chefia do Coronel José Vicente de Bezerra derrotou as forças liberais que se encontravam acampadas, foram surpreendidas por saraivadas de balas de fuzil de longo alcance. Não houve tempo para um resistência e o uso de dois canhões. Houve entre os liberais uma baixa de 17 soldados enquanto 15 foram aprisionados. No combate da Venda Grande morreu o Capitão Boaventura do Amaral, morto depois de Ter sido aprisionado.A guerra dos conservadores e liberais, que terminou em Sorocaba com a fuga do Brigadeiro Tobias de Aguiar e prisão do Padre Feijó.
Batismo de Campinas - 1.842Combate a Venda Grande

VISITA DO IMPERADOR
A cidade vibrou com a notícia anunciando a próxima visita do Imperador Dom Pedro II. Um bando do Governo Provincial comunicava às autoridades locais a visita do Imperador, esperado pela população com intensa vibração sendo nomeado uma Comissão de Vereadores para ir de encontro a o Imperador, apresentando-lhe as boas vindas.O Imperador, acompanhado de luzida comitiva chega a Campinas no dia 26 de Março de 1.848. É recebido por intensa manifestações de júbilo. Em sua homenagem é realizado “Te Deum”, com a presença de autoridades e clero. Dom Pedro II hospedou-se no sobrado de Felisberto Pinto Tavares (prédio posteriormente ocupado pelo Colégio Anteneu Paulista, já demolido).Intenso programa foi realizado durante a permanência de Dom Pedro II em Campinas, do qual constou um cavalhada e várias visitas.No dia 30 de Março de 1.848, Dom Pedro II despediu-se de Campinas, em meio a novas manifestações populares.
Visita do Imperador - 1.848Companhia Paulista de Estrada de Ferro- Cia Mogiana - 1.872

CARLOS GOMES

No dia 08 de Outubro de 1.809 chega à Vila de São Carlos (primitivo nome de Campinas), onde foi a residência de Manoel José Gomes, considerado percursor do ensino musical nesta cidade, compositor, autor de numerosas peças musicais, principalmente religiosas. Dois dos seus filhos, Pedro e Antônio Carlos, se dedicaram à música, sendo que o segundo, Antônio Carlos, tornou-se universalmente como compositor de óperas. Sua primeira ópera que lhe abriu o caminho da fama, foi representada no Rio de Janeiro no dia 04 de Setembro de 1.861 “Noite do Castelo” cujo êxito assinalou vitoriosa e gloriosa carreira musical, assina com outros sucessos, tais como “O Guarani”, representada no Teatro Sacola, de Milão, com grande sucesso. Carlos Gomes tornou-se uma celebridade, visitando sua terra natal no dia 18 de Agosto de 1.870. Além de compositor, Carlos Gomes é considerado um notável regente de orquestra sinfônica, enquanto seu irmão, Santana Gomes, permaneceu em Campinas, desenvolveu aqui uma intensa atividade musical. Antônio Carlos Gomes compôs diversas operas, demonstrando a sua genialidade. Foi comparado aos maiores compositores de sua época, Verdi, Puccini e outros.Campinas tem orgulho de ter sido o berço do genial compositor, cuja memória esta perpetuada no monumento-túmulo, obra do escultor Rodolfo Bernardelli.

REPÚBLICA
Campinas foi um importante reduto republicano, sede um núcleo do Partido Republicano e terra natal de grandes figuras que se projetaram na campanha e implantação do novo regime que derrubou a monarquia. Aqui nasceram grandes figuras do movimento que culminou no dia 15 de Novembro de 1.889, Manoel Ferraz de Campos Sales, que chegou (1.898) à Presidência da República – segundo presidente eleito pelo voto popular, após os governos militares – Francisco Glicério, Bento Quirino, Júlio de Mesquita e tantos outros.O campineiro Campos Sales, quando no exercício da Presidência da República, teve que adotar medidas drásticas no campo financeiro, uma vez que enfrentou uma situação de verdadeiro caos nessa área, o que resultou uma verdadeira onde de impopularidade.
O tempo se encarregou de fazer justiça ao ilustre brasileiro, tanto que o seu nome voltou a ser cogitado para disputar pela 2.ª vez a Presidência da República, o que não aconteceu em virtude do seu falecimento em Guarujá.A cidade vibrou com a notícia da implantação da República pelo Marechal Deodoro da Fonseca, que derrubou o império, regime que já não correspondia aos anseios e a solução dos problemas do País. Quando a noticia foi confirmada, o povo saiu as ruas numa impressionante manifestação de jubilo, cantando “A Marselha”, que erao hino mais divulgado na época. Campinas foi exaltada pela maioria dos jornais por ter sido a terra natal de tanso republicanos notáveis e pela contribuição que deu à causa republicana, sendo considerada por Quintino Bocaiúva a “Célula Mater da República”.Manifestando sua admiração e a sua gratidão a Campos Sales, a cidade ergueu um monumento em sua homenagem e fundou um museu que se localiza na sede do Centro de Ciências, Letras e Artes.

Terra Natal de Carlos Gomes - 1.870Teatro São CarlosRepública (Presidente Campos Sales)
A EPIDEMIA DE FEBRE AMARELA

Ao longo de sua história, Campinas sofreu diversas epidemias, como a da “Gripe Espanhola”, mas a maior, a que causou maiores danos foi a epidemia de Febre Amarela que começou em 1.889, quando existiam quatro grandes depósitos de lixo no centro da cidade. O Largo Carlos Gomes, particularmente, não passava de um aterro que recebia todos os anos uma nova camada de detrito. Em suma: a situação sanitária da cidade era precária, as sarjetas eram escoadouros de água suja das fossas e essa situação contribuiu para a explosão da epidemia de febre amarela, que dizimou 03% da população. As pessoas que tinham recursos trataram de deixar a cidade, fugindo de tibulris, carroças, carros de boi e nos trens, que paravam o mínimo tempo na estação. A cidade ficou praticamente deserta, no espaço de 45 dias. O destino eram as fazendas e as cidades vizinhas. A fazenda Santa Genebra, de propriedade de Barão Geraldo de Rezende chegou a abrigar mas de duas dezenas de pessoas, um verdadeiro flagelo. A cidade, naquele tempo, possuía uma população de 35 mil pessoas, mais de 1.200 morreram pela doença.A primeira morte clinicamente constada fora de uma estrangeira, a suíça Rosa Beck, que viera de Santos, onde a febre amarela também fazia estragos. Barricadas de Piche ardam nas esquinas. Morria-se em casa, nas ruas e nos hospitais. Mas houve um plêiade de médicos e hospitais, com a colaboração de hospitais, que deu verdadeiro exemplo de heroísmo, permanecendo na cidade, pondo em prática medidas profiláticas, sob o comando de José Paulino Nogueira, conseguindo, finalmente, debelar o mal terrível que assombrou Campinas durante 45 dias, causando-lhe males terríveis.
INDUSTRIALIZAÇÃO
Campinas foi até um passado recente, um importante centro ferroviário, sede da Cia. Mogiana, fundada e dirigida por campineiros, Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Companhia Sorocabana e Funilense, sendo que esta fazia o trajeto das cidade até Cosmopólis.Para alcançar esse desenvolvimento, houve um fator preponderante – o café – pois o traçado das ferrovias era fundamental para o transporte desse produto, que naquela época era a fase fundamental da economia do País. O café – mesmo considerando os períodos de crise, contribuiu enormemente para o desenvolvimento de varias regiões do País. Somente depois de 1.929, com a grande crise que eclodiu nos Estados Unidos, com reflexos em todos os países que produziam café em larga escala, começou no Brasil o processo de industrialização, que substituiu a lavoura, com a Usina de Volta Redonda e com a presença de importantes aglomerados estrangeiros que vieram para cá e aqui instalaram suas fábricas. Campinas, aliás, foi muito beneficiada nessa área sendo hoje um dos maiores centro tecnológicos do País, sediando indústrias de grande porte.Com o desenvolvimento das rodovias asfaltadas, as ferrovias foram entrando em declínio.A bela estação da Companhia Paulista acha-se praticamente abandonada, o mesmo acontecendo com a antiga sede da Companhia Mogiana. As ferrovias estão atualmente reunidas na FEPASA.
Febre Amarela - 1.889Queda do Café Industrialização
IMPRENSA
O primeiro jornal que veio à luz em Campinas foi a “Aurora Campineira”, tendo como seus fundadores os irmão João e Francisco Teodoro, circulando pela primeira vez em 04 de Abril de 1.858, com oficina na rua do Pórtico, atual Ferreira Penteado. Foi ali que se estabeleceu a tipografia.Oportuno lembrar que em 1.832, na então Vila de São Carlos, o inventos Hércules Florence instalou em Campinas a primeira fotografia, prenunciando o futuro jornal, vinte e seis anos depois.Campinas, na ocasião do aparecimento da “Aurora Campineira”, tinha na sua área urbana 9 mil moradores.João Teodoro, que se fizera tipografo antes de ser jornalista, era um homem de luta, que pelas colunas do seu jornal atacava os políticos desonestos. Enfrentou gente graúda da terra até o Juiz da comarca.Por esse motivo, sofreu perseguições e vários processos, por supostos delitos de imprensa.Depois da “Aurora Campineira”, que teve poucos anos de vida, Campinas teve outros jornais, como “O Conservador”, que começou a funcionar em Janeiro de 1.860, a “Gazeta de Campinas” tendo como redator principal Francisco Antônio Araújo, o “Diário de Campinas”, arrojado empreendimento de três jovens idealistas; a “Gazeta de Campinas”, “O Constitucional”, sob direção do Bacharel João Gabriel de Morais Navarro, que tinha como divisa “Deus é Pátria”.Assim, com o passar do tempo, foram surgindo em Campinas, numerosos jornais e vários jornalistas, destacando-se os Sarmentos e os Vilagelins.Campinas teve grandes jornalistas, aqui nasceu Júlio de Mesquita, fundador de “O Estado de São Paulo”; Álvaro Ribeiro, fundador do “Diário do Povo” e do “Correio Popular” e tantos outros que se projetaram no jornalismo de São Paulo.Correio Popular, Diário do Povo, são os principais jornais da cidade.
A ASSOCIAÇÃO CAMPINEIRA DE IMPRENSA
Associação Campineira de Imprensa, que funciona em sede própria na Rua Barretos Leme, nasceu na Charutaria Havaneza, mais conhecida como “Charutaria do Lá”, por causa do apelido do seu proprietário Anacleto da Silva Guimarães. Esse pequeno estabelecimento comercial era freqüentado por jornalistas da época, que se reuniam para um bate-papo e discutir os assuntos do dia. A Associação Campineira de Imprensa, foi idealizada e fundada pelo Professor Roberto de Souza Pinto, que, de inicio, aliciou os redatores e reportares dos dois jornais existentes na época, para a formações dos primeiros diretores e formação do primeiro quadro de associados. A primeira reunião foi na sala de aulas particulares do Professor Noberto, no Edifícios “Torre Eiffel”. Após várias reuniões foi fundada a Associação Campineira de Imprensa, no dia 10 de Maio de 1.927, tendo com eleito o Professor Noberto de Souza Pinto para a presidência e o jornalista Leopoldo do Amaral como presidente de honra.Depois de muita luta, de muitos problemas surgidos ao longo de sua existência, a Associação Campineira de Imprensa – a primeira entidade de jornalistas fundada no Estado de São Paulo, estando hoje, perfeitamente consolidada como umas das mais prestigiosas associações jornalísticas do Estado de São Paulo, e um tanto farto material de informações políticas, sociais e culturais.
Complexo EducacionalImprensa
METRÓPOLE

Campinas é hoje uma verdadeira metrópole, ponto vital de uma importante região do Estado de São Paulo, alcançando uma expressão nacional como desenvolvimento econômico-financeiro e como centro deflagrador de cultura e ecologia. Esse nível de progresso que alcançou, essa expansão em todas as áreas, é resultado do espirito bairrista e progressista do seu povo, sofrendo, porem, o impacto de graves problemas, dentre os quais a concentração populacional, atraindo um número considerável de moradores de outras regiões do país, resultando daí a formação de inúmeras favelas, que constituem verdadeiros desafios para os seus administradores. É importante ressaltar, que Campinas, progredindo, evoluindo, crescendo, vem preservando com extremo carinho e devotamento ao glorioso passado, exaltando o nome dos seus filhos mais ilustres, como dos seus filhos mais ilustres, como Carlos Gomes, o imortal compositor; Campos Sales, que chegou à presidência da República, além de tantos outros, muitos dos quais, tem as suas figuras e seus nomes perpetuados em monumentos em praças públicas.Do pequeno burgo dos primeiros tempos à metrópole, do sonho do ouro dos tropeiros e dos primeiros habitantes, sob a liderança do fundador Francisco Barreto Leme, Campinas encara o futuro com confiança e energia, sem subestimar os problemas que enfrenta, na plena convicção que o seu amanhã, confiando na capacidade, no esforço e acima de tudo no amor dos seus filhos.Campinas, na atualidade tem em todas as modalidades do esporte, expressão de relevo no âmbito nacional e mundial.Na vida cultural destaca-se, em todo o território nacional com eventos e apresentações teatrais, destacando-se o turismo de negócios e na região o turismo rural e ecológico.

DADOS GEOGRÁFICOS / ECONÔMICOS
Campinas conta atualmente com uma população aproximada de 1 milhão de habitantes, segundo projeção do IBGE, e é hoje a 3.ª maior cidade do estado e a 2.ª em movimentação financeira do país.
PÓLO TECNOLÓGICO E CULTURAL
Com três universidades – UNICAMP, PUC Campinas e UNIP, Campinas tornou-se hoje o maior pólo de desenvolvimento tecnológico do Brasil, abrigando entre eles o CTI – Centro Tecnológico para Informática, CPQD – Fundação Centro de Pesquisas e Desenvolvimento e o Laboratório Luz Sincroton.

Para ver fotos da minha querida cidade é clicar aqui::-http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=402593
Campinas é uma metropole, mas não perdeu seu charme de cidade do interior, aqui temos diversos tipos de passeios e lazer, como poderam ser localicalizados neste site::-

Visite também para saber mais sobre o Patrimônio Histórico de minha cidade::-http://www.campinas.sp.gov.br/?codModelo=22&busca=condepacc&bt_ok=OK

15 comentários:

  1. Cofesso que nao li tudo minha linda, acabei de chegar do trabalho e tô saindo pra fazer compras, as crianças ja nao tem leite! Mas as pinturas sao muito bonitas mesmo!
    Bom fim de semana!
    Liz

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  2. Muito legal essa blogagem que nos faz conhecer um pouquinho mais de cada região e de cada blogueiro ;)

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  3. Perdi essa... mas qualquer dia falo um pouco da minha região :-)

    Na verdade vim aqui deixar um beijo!!! Matar as saudades e curtir um pouquinho seu blog :-)

    Beijos vovó, adoro-te viu :-)
    Ótimo final de semana

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  4. Obrigada por ter acatado meu convite para a blogaem e por ter nos falado de Campinas. Estive aí em julho de 2007, mas fui a trabalho e não deu tempo de conhecer nada. Adorei também as telas. Um abraço!

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  5. Adorei saber sobre a história de Campinas, mas eu queria saber mesmo qual é o seu lugarzinho preferido, com vc vê sua cidade querida.... saber de sua paixão pela sua terra...
    Falo porque eu sou apaixonada pela minha Veneza Brasileira, meu Recife, e o que mais gosto dela não se encontra nos livros de historia, são suas musicas, suas praias, sua cultura....
    Fala sobre isso, quero saber!
    Beijo no seu coração!!

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  6. Rô,

    bastante informativo o post sobre Campinas. Conheço sua cidade, mas o lado histórico que você publicou aqui, confesso não conhecia. Gostei muito de aprender sobre as epidemias.
    E essas telas.... que fantásticas!

    Abraços.

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  7. Muito boa essa viagem por uma cidadezinha tão bonita como Campinas, muitas informações, ótimo post !!

    Beijão, vovó Rô, bom fim de semana com muita paz !! =D

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  8. Oi Rô!
    Quanta informação!
    Uma verdadeira aula de história sobre Campinas.
    Já passei um carnaval em Campinas, num clube militar, pois, meu tio era milico e acabei indo brincar carnaval nesse clube.
    Isso foi há muito tempo.
    Abraços

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  9. Ro, minha querida,

    Estou até agora embasbacado com a aula que eu acabei de ter...
    Mais completo impossível. Até as epidemias, como disse a Mirian, que é minha colega no Gente Sem Saúde.
    Parabéns pelo capricho e obrigado pelo carinho.
    Um beijo!

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  10. Seu posto foi perfeito. Adoro Campinas pois abriga neste solo minha duas irmãs, uma trabalhando na cosntrução civil e a outra na condição de escrivã de policia...Quantas serenatas no Parque do Eucaliptos.... Que saudade..

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  11. Parabéns! Aprendi o que nem imaginava...
    gostei muito!
    Muito obrigada.
    Eliana

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  12. Nossa!! Uma postagem completa heim?! A família do meu pai é de uma cidade próxima de campinas, agora não lembro o nome, mas eles vivem em campinas há muitos anos, eu fui pouquíssimas vezes quando era criança :(

    Beijos para a Querida Rô
    e para o Vó Barba (também apelido do meu pai) ;)

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  13. VÔ RÔ, sei que adora que te chamem assim, fique toda orgulhosa, tambem fico assim com minha doce Sarah,
    mas amiga, seu post foi a revelação do verso e reverso desta magnifica cidade, em que atraves da pesquisa de DR PENIDO BURNIER eu eminha mãe(saudosa), fomos curadas de uma cegueira de uma molestia vinda da Africa, mas que aqui no Brasil foi o primeiro caso, agrdeço a Deus e faço daí um poucoda minha cidade, pois renascemos aí,
    bejjos e venha passear em minas
    te espero com pao de queijoecafé fresquinho, traz o vovô e os netos, tambem
    beijos
    suellymarquêz das geraes

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  14. Cuidado esse ANTONIO CARLOS LANARO É UM SEM VERGONHA, SAFADO. MENTIROSO, IPOCRITA, PEDÓFILO....
    GRAÇAS A DEUS A JUSTIÇA FOI FEITA E ELE ESTA PRESO.

    VELHO SAFADO AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA!!!!!

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  15. É uma pena como são poucos que conhecem realmente o trabalho DESSE LANARO, que todos dizem ser uma boa pessoa, pessoa dedicada ao que faz quando na verdade nao é nada do que as pessoas dizem, tenho pena da esposa dele que sabe das coisas que ele faz e se concente com isso pois e normal olhar diferente para uma criança de 7 anos de idade.
    SAIBA QUE NA TERRA A JUSTIÇA E DO HOMEM, MAS APOS ISSO QUEM FAZ A JUSTIÇA E UM SER PODEROSO.

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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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