quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"PARA VIVER UM BOM CASAMENTO"



O dr. John Gottman, professor de psicologia na Universidade de Washington e fundador do Instituto Seatle Marital e de Família, já estudou em detalhes centenas de casais interagindo.  Ele assistiu e gravou os casais interagindo durante momentos bons e também durante brigas e discussões, e segundo ele mesmo, ele se sente capaz de predizer com 91% de acerto se o casal que observa vai se divorciar ou não.
Segundo ele, alguns sinais são bem visíveis e indicativos de problemas:
  • Reclamações ácidas.
  • Crítica: ser negativo sobre o caráter ou personalidade do parceiro, ou chamarem-se um ao outro de nomes, ou apelidos pejorativos.
  • Desprezo: sarcasmo,ridicularizar, desdenhar, rebaixar
  • Estar sempre na defensiva
  • Construir uma parede entre os dois: se recusar a falar
  • Explodir: ficar em ebulição emocionalmente, com a adrenalina a mil e aumento dos batimentos cardíacos.
  • Fracassos nas tentativas de reparação:  desculpas rejeitadas, incapacidade de se acalmar para a briga não continuar.
  • Memórias ruins ou negativas: coisas boas são esquecidas, ou passam a ser conotadas negativamente.
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Sempre que antecede a data do encontro de noivos de minha paróquia, gosto de refletir para podermos  termos mais embasamentos no relacionamento com os novos casais que vão se encontrar conosco.
 O encontro de noivos e todo baseado em um aprendizado feito a partir de suas próprias experiências. Não damos palestras e sim aprendemos trocando experiências. E também nada ensinamos, pois não somos e longe de sermos professores. Um relacionamento a dois é construído pedra por pedra ao longo de nossas vidas ou seja, uma casa construída com alicerce rochoso, firme e forte, para que quando vierem as tempestades está não desmorone e venha abaixo por qualquer tropeço.
Sendo assim achei muito bom o texto abaixo da revista Vida a dois , que não é católica mas tem muito a nos ensinar, tomei a liberdade de colocar aqui para mais refletir.
Reflita comigo você também...

 Os Sete pricipios do amor
 
No crepúsculo daquela tarde, o sol estava se despedindo do dia. E ali estavam os dois, envolvidos num clima de amor e reflexão, curtindo apenas uma coisa: a presença um do outro.
As águas daquele lago estavam paradas testemunhando aquele momento. O vento, por sua vez, movia as plantas e as flores daquele ambiente como se quisesse dizer que o amor dá sentido e poder à vida. Quando, de repente, Lucas olhou para ela, e sem hesitar, disse-lhe: – Tenho certeza que te amo.
O coração de Adriana quase se partiu, seus olhos começaram a ficar cheios de lágrimas e suas mãos começaram a ficar geladas e trêmulas. Era a primeira vez que ele declarava seu amor por ela. Com a voz embargada pela avalanche da suas emoções, finalmente conseguiu perguntar: – Até quando? Então, com convicção ele lhe respondeu: – Para sempre. Ela imediatamente declarou: – Era tudo que eu mais queria ouvir, porque também o amo muito. Por isso, desejo entregar a você as duas coisas mais preciosas que tenho: minha vida e meu amor.
Esse é o tipo de amor que dá sentido à vida a dois. Além de dar sentido, gera poder para suportar e superar todas as provações que, ao longo do casamento, provavelmente o casal enfrentará. Portanto, podemos afirmar que o amor que dura para sempre não é perfeito, mas é forte.
Quando você estiver disposto a amar seu cônjuge para sempre, vai descobrir que tem ao seu lado uma pessoa que também deseja te amar eternamente. E assim, com a força que vem do amor, vocês dois farão tudo para que o casamento dê certo.
Contudo, a realidade em nosso país, concernente ao número de casamentos que terminam em divórcios, de acordo com o IBGE, é o seguinte: a população do Brasil, em 1980, era de 119 milhões de pessoas. Nessa ocasião, ocorreram 948 mil casamentos. Em contrapartida, ocorreram 45 mil separações. No ano 2000, vinte anos depois, a população do país cresceu para 169 milhões de pessoas, o número de casamentos legais declinou para 734 mil e o número de separações subiu para 188 mil. Em termos percentuais, 28,5% dos casamentos realizados nesse período se dissolveram. Por conseguinte, no ano de 2005, o índice de separações cresceu para 35%. Por isso, alguém afirmou que “o estado civil que mais está crescendo no Brasil é o de divorciados”.
Diante dessa realidade, como fazer para que seu casamento dê certo e assim dure para sempre? A seguir, apresentamos sete sugestões que são, na realidade, sete princípios do amor:
  1. Fazendo do outro a sua prioridade.
  2. Buscando sempre a felicidade do outro.
  3. Perdoando um ao outro com seus defeitos de personalidade.
  4. Comunicando um ao outro a verdade.
  5. Relacionando-se com fidelidade.
  6. Praticando um com o outro sua espiritualidade.
  7. Amando um ao outro em sua totalidade.
Medite: “Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.” – Jeremias 31:3.
De coração a coração:
1) Quando vocês disseram “eu te amo”, pela primeira vez, um para o outro?
2) Vocês acreditam que o amor que sentem pode durar para sempre?
3) Comentem, de forma prática, o que significa cada um desses sete princípios que fazem o amor durar para sempre.
Fonte: Revista “vida a dois”.



Bom dia para você!
Beijos de luz, paz, amor, fé e esperança!
 Rosane!

2 comentários:


  1. Os meus pais também davam curso de noivos. Deram muitos anos. Hoje´me disseram que é um pouco chato. Tres meses frequentando a casa de um casal e lendo um livro, respondendo perguntas, pelo menos na diocese de Oliveira é assim.
    Tem casais que gostam e tem casais que detestam estas palestras individuais.
    Adquirem mesmo um pedacinho de terra. É muito bom!
    com carinho MOnica

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  2. Olá!
    Fiquei muito feliz com sua visita.
    Vim te deixar um caloroso abraço e me desculpar pelo sumiço, mas o trabalho excessivo tem me impedido de blogar.

    Li os conselhos para um bom casamento, valeu!
    Também estive em Maceió recentemente.
    É lindoooo!
    Abs

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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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