quinta-feira, 18 de março de 2010

"Bons conselhos para educação dos nossos filhos"



“A Família não nasce pronta; constrói-se aos poucos, e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, pode-se experimentar com profundidade a grande aventura de amar sem medo. A família pode ser o ambiente mais apropriado para uma maravilhosa experiência de amor”.
continue lendo se lhe interessar aqui


Criar e educar os filhos nesses tempos de hoje, onde tudo é globalizado, tudo é muito rápido, muitas vezes nos esquecemos de detalhes muito importantes.
Como todos sabem tenho um pequenino na família, que está crescendo rodeado de muito carinho e amor, e principalmente sendo muito bem educado por minha nora e meu filho. Ele já está dando indícios de querer medir forças com os pais. Ver quem ganha se eles ou os pais. Por isso tenho lido muitas matérias a respeito de educação dos filhos. E sempre que posso envio para eles.
Quando na época em que eduquei meus filhos as coisas eram  bem diferentes dos dias atuais. As crianças de hoje são totalmente diferentes, eu penso assim. Vejo pelo Mateus. Me orgulho de ter um netinho tão esperto e inteligente, com apenas três anos de vida. Mas...meus filhos estão no caminho certo, educando o Mateus com exigência e amor. Ensinando-o o valor das coisas e o respeito. Ensinando-o com liberdade e responsabilidade.
como minha vovó Regina dizia::..
"É de pequeno que torce o pepino"
Achei bem instrutivo e interessante de se analizar e depois seguir esses bons conselhos abaixo e estou enviando aos meus filhos.
Compartilho com você que tem esses maravilhosos pimpolhos em casa...eita coisa boa essas nossas crianças!


Diante de tantos perigos que espreitam nossos filhos, no mundo real, na Internet, na TV, e como não podemos deixá-los isolados em uma redoma de vidro, a única forma de protegê-los é educando-os na liberdade e na responsabilidade. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria.


1. O primeiro é agir de acordo com a verdade das coisas.

Ensinar os filhos a não se enganarem, a serem sinceros, a agirem com coerência. "Podemos conhecer a química cerebral que explica o movimento de um dedo, mas isso não explica por que esse movimento é usado ora para tocar piano, ora para apertar o gatilho" (Marcus Jacobson). E também que "não podemos baratear a verdade" (F. Suárez), desmerecendo seu valor, como se fosse época de liquidação.

2. Um segundo conselho é saber que "o treinamento é uma exclusividade da inteligência humana"

É preciso enriquecer a linguagem, fomentar o diálogo, o exercício mental de raciocinar, de defender uma causa, de ter argumentos para as próprias decisões, não bastando fazer apenas o que fazem os demais, tal qual "maria-vai-com-as-outras". Aprender a pensar é descobrir todo o imenso poder que a moda exerce no mundo e saber sair da jaula mental em que ela pode nos aprisionar. O livre pensador, ou simplesmente, o pensador, não deve sacrificar sua liberdade de pensamento no altar da moda. Sacrificar a verdade no altar da moda é uma das perversões mais nocivas do pensador. Entretanto, com demasiada freqüência encarceramos a razão na jaula da moda. Treinamento e cultivo, dado que "a terra que não é lavrada manterá dará abrolhos e espinhos, ainda que seja fértil. Assim acontece com o entendimento do homem" (Sta. Teresa de Jesus).

3. Já que é impossível nunca cometer erros, pelo menos, por utilidade e por dever, precisamos aprender com nossos erros.
Se queremos aprender a pensar, deveremos descobrir o mundo tão humano do erro. "Errar é humano", descobriram os antigos. O erro é o preço que o animal racional deve pagar.

4. Deliberar é a segunda etapa da vontade.
Seremos tanto mais inteligentes e livres quanto mais conhecermos a realidade, soubermos avaliá-la melhor e nos tornemos capazes de abrir mais caminhos. Seria um erro pensar, observa Leonardo Polo, que o homem inventou a flecha porque tinha necessidade de comer pássaros. Também o gato tem essa mesma necessidade e nem por isso inventou nada. O homem inventou a flecha porque sua inteligência descobriu a oportunidade que lhe oferecia um galho de árvore.

5. Manter aberta a nossa capacidade de dirigir a nossa conduta por valores pensados.
Temos que passar do regime do impulso irracional para o regime da inteligência. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria. Com atitudes positivas, as meninas são capazes de devorar o mundo; com atitudes negativas, pensar parece algo cansativo; o agir, algo medíocre.

6. Ensinar a tomar decisões. A inteligência é a capacidade de resolver problemas vitais.
Não é muito inteligente quem não é capaz de decidir, mesmo que dentro de seu refúgio consiga resolver com desembaraço problemas de trigonometria. Se concordamos que educar é essencialmente crescer em liberdade e em responsabilidade, aprender a decidir com acerto resulta num dos aspectos-chave desta tarefa: quanto maior for a capacidade de decisão, mais liberdade se obterá.

7. Devemos recuperar e estimular, nas crianças, a sadia estratégia de perguntar continuamente.
As três perguntas fundamentais são: Que é isto? Por que é assim? Como você sabe disso? Aristóteles definia a ciência como "o conhecimento certo pelas causas". Então, habituar-se a formular por quês. Os pais devem estimular, motivar, comentar e promover o clima adequado para favorecer os hábitos intelectuais de seus filhos.

8. A inteligência que plantamos deve saber aprender, e, mais que isso, tem de frutificar aprendendo.

Formular perguntas que ajudem os filhos a ser mais reflexivos, a interrogar-se sobre o pensamento: Por que o homem pensa? Você já pensou por que se recorda das coisas? Pensamos enquanto dormimos? O que é que mais te faz pensar? Você consegue pensar em duas coisas diferentes ao mesmo tempo? Leonardo Polo define o homem como um ser que não somente soluciona problemas, mas que também os propõe. De fato, o ser humano progride propondo novos problemas e procurando solucioná-los.

9. A inteligência deve ser eficazmente lingüística.
Graças à linguagem, nós nos comunicamos tanto com os outros quanto com nós mesmos. A inteligência não se assemelha a uma coleção de fotografias, mas a um rio. Rio e inteligência "fluem". Nossa linguagem natural, a língua materna, é como um rio para o qual confluem milhares de afluentes. "A pena e a palavra são as armas do pensador" (JA Jauregui): aprender a pensar é aprender a manejar dois instrumentos do pensamento: a pena e a palavra (N.E.: o autor alude ao antigo uso de uma pena como instrumento de escrita).

10. Estimular a leitura e controlar o uso da TV.
Já que falamos do vôo da inteligência: trata-se de "ser mais inteligente que a TV" (Jiménez). Os livros "têm que ser obras que alimentem a inteligência sem deixar ressequido o coração. Ou seja, devem iluminar a mente com a verdade, e não submergi-la nas névoas da dúvida ou na obscuridade do erro" (F. Suárez).

11. Urge encontrar tempo para refletir, para pensar, o que é menos trabalhoso e mais barato do que outras necessidades que criamos para nós.
Sobre o sentido último da vida, das coisas, do ser humano, de Deus. Quando Unamuno disse que costumava ir passear com pastores de ovelhas para aprender a pensar, para desfazer-se de preconceitos e dogmas escolares, todos estranharam. Entretanto, Unamuno estava sendo sincero. Um pastor de ovelhas dispõe de tempo para pensar, para dar rédea solta à sua imaginação e, assim, desvelar novos horizontes filosóficos que não será visto nunca por nenhum outro filósofo.
Tradução: m.c. ferreira
Publicado no Portal da Família em 07/07/2009
http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo784.shtml


Seja um bom ouvinte: olhe para a pessoa que está falando. Faça comentários apropriados, para a pessoa saber que você está prestando atenção. Não faça outra coisa que desvia sua atenção.

Aceite os membros da família como são: não julgue, não condene, não critique. Não diga coisas cruéis ou ferinas.

Confie nos pais e outras pessoas da família: compartilhe sentimentos, crie intimidades com seus familiares.

Preocupe-se com os interesses de seus familiares: faça com que eles saibam que você se interessa por suas atividades. Mostre interesse participando de atividades importantes para eles.

Seja carinhoso(a): abrace e beije seus familiares. Diga que os ama.

Cumprimente e aprove sinceramente o que seus familiares fizerem: aprecie o que eles fizerem. Saiba ser gratos por eles. Escreva bilhete de aprovação.

Guarde os segredos que lhe são contados: seja um bom confidente, não fale para os outros aquilo que confiaram à você.

Ajude a criar um ambiente propício para a comunicação: ajude a remover barreiras. Arranje tempo para conversar com seus familiares. Façam reuniões familiares.

(Standing for Something: Ten Neglected Virtues That Will Heal Our Hearts and Homes, de Gordon B. Hinckley)
fonte aqui 




Bom dia para você!
Rosane!



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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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