
e caminhos
A procura de respostas nada melhor do que meditar, ficar no silêncio para que no deserto dessa solidão eu possa encantrar as melhores soluções e os melhores caminhos a serem seguidos.
Obrigada Hevy minha princesa ( minha companheira de todas as horas, aquela que enxuga minhas lágrimas e me ensina a viver ), obrigada Dri minha filha espiritual pelos conselhos e indicação da palavra de Deus, obrigada Amigão, pelas sabias palavras por sua oração, obrigada minha filha do coração Duzinha que tanto me entende porque também é uma exemplar mãe e obrigada Juca meu querido irmão por sua força.
E obrigada a você que por aqui sempre está, pela força e palavras de carinho.
GRATIDÃO
Na opinião de Cícero, a gratidão é a atitude mais importante do ser humano. Trata-se da condição prévia para a «concórdia», para a união entre as pessoas e para a consonância dos corações. (...) É a gratidão que determina o ser humano, uma vez que é através desta atitude que tomamos consciência da nossa relação existencial, que sentimos e reconhecemos a ligação com os outros, o facto de não vivermos sozinhos. Isso é válido para a nossa relação com as outras pessoas, às quais nos remetemos e sem as quais não conseguimos viver. Mas também é válido para a nossa relação com Deus, que é a razão mais profunda da nossa existência. A gratidão é a mais profunda das orações, disse, certa vez, o monge beneditino David Steindl-Rast. (...) A gratidão transforma a minha vida. «Aquele que começa a agradecer começa também a ver a vida com outros olhos» (Irmela Hofmann). Albert Schweitzer aconselha: «Quando te sentires fraco, abatido e infeliz, começa a agradecer, para começares a sentir-te melhor.»
Quando observo a minha vida com gratidão, a escuridão aclara-se e aquilo que é amargo adquire um sabor agradável. A gratidão livra-me do desânimo e da amargura e aproxima-me de Deus.
Diz-se que São Filipe Néri rezava à noite a seguinte oração: «Senhor, agradeço-te pelo facto de as coisas hoje não terem corrido como eu queria, mas sim como Tu querias.»
Aquele que contempla o dia que passou com uma tal atitude de aceitação - que é, ao mesmo tempo, uma questão de humor e relativização da perspectiva do «eu» - não se irrita e não cai na tentação da vaidade; então, para ele, tudo se torna uma fonte de alegria e paz.
Anselm Grün, em "O Livro das Respostas"
INGRATIDÃO
Aquele que pensa, reconhece que pode estar grato por muitas das coisas que lhe acontecem diariamente. Vê-o nas muitas pequenas dádivas que recebe no quotidiano: a dádiva de um olhar amigo, de um bom encontro, de uma palavra que o conforta e tranquiliza. O filósofo romano Cícero descreveu a ingratidão como um esquecimento. (...)
O Talmud diz que a ingratidão é pior do que o roubo. E Johann Wolfgang von Goethe diz o seguinte: «A ingratidão é sempre um tipo de fraqueza. Nunca vi pessoas inteligentes serem ingratas.»(...)
O ingrato não é verdadeiramente um ser humano, precisamente porque não consegue aperceber-se das oportunidades importantes e positivas e vivê-las. Cícero está convencido de que só as pessoas gratas conseguem fazer amizades e viver em sociedade umas com as outras. As pessoas ingratas são pessoas desagradáveis. Ninguém quer ter qualquer tipo de relação com elas. Sentimo-nos mal quando próximo delas. Temos a sensação de que nunca lhes conseguimos agradar. Por isso, afastamo-nos, uma vez que delas emana uma atmosfera negativa e destrutiva.
A ingratidão destrói a harmonia dos corações. Não é capaz de celebrar e, em última análise, de sentir alegria. Nunca conseguimos agradar às pessoas ingratas. São insaciáveis e nunca estão satisfeitas. Não é possível entendermo-nos bem com pessoas ingratas.
Anselm Grün, em "O Livro das Respostas"
fonte aqui
Bom e maravilhoso fim de semana para você!
Que a luz de Deus esteja sobre ti e o teu amor irradia as bênçãos que mais lhes são necessárias!
Rosane!























