quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Se Eu Pudesse...

fonte aqui



Se eu pudesse...

Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria aceso o sentimento de amar

a vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo

o que foi ensinado pelo tempo a fora.
Lembraria os erros que foram cometidos

para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse,

o respeito àquilo que é indispensável:

Além do pão, o trabalho.

Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse,
um segredo:

O de buscar no interior de si mesmo

a resposta e a força para
encontrar a saída."

(Mahatma Gandhi)
Bom dia a todos(as)!
Rosane!

9 comentários:

  1. Que assim seja, vó!
    Vamos fazer a diferença a cada dia!!
    Beijos, vó linda e amada!!

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  2. Que lindo, adoro esse texto!!!

    Beijos no coração, mãezinha querida!

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  3. Vim aqui em busca de alguma paz para o meu desencanto pessoal. E acredite: encontrei-a, mesmo sabendo que ela, a Paz, não trará de volta minha querida mãe que se encontra hospitalizada na UTI, aguardando apenas o último suspiro:

    "CONCEIDEI-ME SENHOR
    A SERENIDADE NECESSÁRIA
    PARA ACEITAR AS COISAS
    QUE NÃO POSSO MODIFICAR
    CORAGEM PARA MODIFICAR
    AQUELAS E QUE POSSO
    E SABEDORIA PARA
    DISTINGUIR UMA DAS OUTRAS"

    Esta poesia eu a fiz para ela, minha mãe, D. Júlia:

    REVELAÇÃO

    © DE João Batista do Lago

    Estou ao seu lado
    Tentando uma palavra-mãe
    Na mudez do corpo-ovário
    Que me fizera
    Descendente de Deus
    Ou do macaco.
    Digo palavras-coisa
    Feito máquinas des-humanas
    No silêncio do espaço
    Entre outras máquinas
    Que presumem
    Sustentar uma vida.
    A máquina não fala
    O corpo se cala
    E eu me esforço na fala
    Brigando com tubos
    Que entubam a alma calada
    Da mulher que me pariu.
    E o homem-deus...
    Ou o homem-macaco
    Repete baixinho
    Que ela precisa vencer
    Essa agonia monológica
    De sua noite escura.
    Sinto então que as trevas
    Não se fazem presentes nela
    Mas em mim que sou o gerado
    Prestes a bezerro desgarrado
    Das tetas que me sustentam
    Com o único leito da vida.
    Seria possível morrer-me
    Para que dela fosse possível vida?
    Não! Infelizmente não há saída...
    Apenas a impotência dum ser
    Que espera vencer o medo de perdê-la
    Para sempre e toda a eternidade
    Nada mais justifica minha presença
    Se nela há toda ausência dela.
    Estou perdido no labirinto das teias
    Tentando deste instante a resposta
    Para entender o sangue das veias
    Que se esvai e se lava no rim artificial
    E retorna ao seu leito normal
    Como possível alma matricial.
    Ó, como é possível morrer assim?
    Esses tais mistérios da vida
    Que nada revelam em cada fim
    Continuam o desfilar do nada
    Na versão suprema de cada ser
    Que retornará para a reciclagem.
    Ainda assim preferiria a mim
    Fosse primeiro que ela...
    Minha passagem é tão inútil
    Que não me permite tomar este trem
    – nele não há poltrona para João-ninguém –
    De eternos viajantes da Virtude e do Bem.
    Mas, se fores mesmo agora
    Terás de mim única promessa:
    Tua presença será eterna
    E a quantos possíveis for aqui na terra
    Dir-se-á de toda tua grandeza
    Numa só palavra de revelação: MÃE.

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  4. No vazio encontramos respostas somente dentro de nós. Adoro esse texto!

    Rô, obrigada pelo selinho adorei!! Não prometo quando irei postar, mas em breve postarei. Espero! (rs*)

    E acho que já lhe falei, mas o endereço do blogue que coloca aqui, é de um antigo blogue, quando ainda morava na França e que redirecionei para o Luz, quando este foi aberto. Você poderia colocar o link direto para o luz? Ficaria agradecida!

    Não sei se disse também, mas mamãe foi operada, saiu do hospital e está em recuperação em casa. Sobre o pastel de farinha de milho, eu faço. Só não fica aquela perfeição no formato, mas o gosto, igualzinho!

    Beijus,

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  5. ola

    gosto muito de ler o que escreve

    beijinhos

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  6. Oi, Rô

    Belo texto de Gandhi. Ele emana sabedoria.

    Passe lá por casa: tenho um presentinho de Natal para você. Afinal a vida é feita de pequenos gestos, não é mesmo?


    Um abraço

    Joana

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  7. Que lindo, maninha! Amo Ganghi! Que alma tão grande, que pacifista tão brilhante! Deus Amor lhe pague a partilha! Vc tá bem? Tô com saudades...snif...Mil bjkas ultra carinhosas no seu doce coração!!!

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. Querida, irmazinha, ler seus textos é ficar em estado de graça, voce sabe do quero dizer, e falando em GANDHI, é falar de PAZ, que precisamos refletir muito neste momento, que é a NATIVIDADE, E A REVOLUÇÃO FINANCEIRA, leva os povos aos tormentos do consumismo, achando que gastar é aliviar se, ou curar se, quando o momento é apenas e receber abraços e carinhos pessoais, receber uma oração, e que voce me conhece muito bem, bens materiais se gastam, amores duram para sempre.Eu posso: deixarlhe a PAZ!
    Beijos no seu coração!
    SuellyMarquêz

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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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