segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"Não deixe que o verdadeiro Natal acabe"




A aldeia, o Pintor e a Rainha

Logo no início deste mês, nossos olhos e nossos corações voltam-se para o Santo Natal. Voltam-se para a manjedoura onde repousa um Menino – o Divino Infante, adorado por sua Mãe Puríssima e São José, numa fria gruta de Belém. A alegria e a atmosfera natalina penetram nossos lares, brilham nos olhares inocentes, enchem de júbilo nossas almas. Mas, lamentavelmente, esse clima está quase desaparecendo nos dias de hoje. Não deixemos que isso aconteça! Depende de cada um de nós. Todos podem dar seu contributo para impedir que se distancie da face da Terra o ambiente próprio ao Natal, outrora tão marcante.

Wilson Gabriel da Silva


Não permita que o verdadeiro espirito do Natal desapareça. As tradições do Natal não podem morrer e cabe a todos nós nos emcumbir de preservar nos coraçãoes de nossos filhos, netos(as), sobrinhos(as), parentes e amigos toda essa grandiosa festa.


Como “restaurar” o Natal?

Em suas linhas essenciais, a metáfora retrata sem dúvida a ação satânica para desfigurar a Santa Igreja Católica e demolir brutalmente a Civilização Cristã.

Se notamos traços desse pesadelo neste Natal de 2002, o que fazer? Se não sentimos mais aquele clima natalino, outrora tão acentuado e que se percebia em todos os lugares, o que fazer?

Se a frágil barquinha de nossa alma, ou mesmo a barca da Igreja, for agitada pelas borrascas deste mundo, saibamos manter inabalável a confiança no Coração de Jesus e de Maria5.

Voltemos nosso olhar para o presépio. Aquele Menino envolto em panos e aquecido pelo bafo dos animais é o Anjo do Grande Conselho, é o Filho de Deus! "Senta-te à minha direita até que eu ponha teus inimigos por escabelo de teus pés", diz-lhe o Padre Eterno, com o qual Ele é Um. Em outras palavras, aquele frágil Menino é Deus onipotente, Criador dos Céus e da Terra! É Ele o celeste pintor, e portanto pode anular num instante a deformação realizada em sua obra pelo Maligno!

Mas o que posso eu, pobre mortal, “vermezinho e miserável pecador6”? O que podeis vós, leitor, leitora?

“Tudo posso naquele que me conforta”, devemos responder com São Paulo7. Mas poderemos muito mais ainda se nos voltarmos para a Rainha de quem o Menino Deus quis depender totalmente para vir morar entre os homens.

Vida, doçura, esperança nossa, Maria pode tudo junto ao Altíssimo. Mãe de Cristo, Mãe nossa! Advogada nossa! É só nos ajoelharmos diante do Presépio, pedirmos tudo o que quisermos ou tudo o que Ela nos quiser dar. Rainha dos corações, Ela pode obter de seu Filho os maiores milagres espirituais ou físicos. Jesus tem poder sobre os vulcões e os terremotos, os ventos e os mares. Ele pode transformar as pedras brutas em filhos de Abraão, ou seja, em homens justos! E Maria Rainha tem o poder da súplica sobre seu Filho onipotente!

Caro leitor: se possível, monte um presépio em seu lar e reze com sua família diante dele

Nesse sentido, leitor, se possível, monte um Presépio em seu lar; reze com sua família diante dele; pode também enfeitar uma árvore de Natal; narre aos filhos contos natalinos tradicionais; fale a respeito das cenas relacionadas com o nascimento do Menino Jesus; ensine aos pequenos as belas canções natalinas antigas; mostre que Natal não é sinônimo de presentes, sobretudo não é ocasião de comércio, muito menos de passeios; na noite de Natal, prepare uma ceia iluminada à luz de velas e iniciada por orações próprias para a ocasião. Esses são alguns meios entre vários, mas de que todos dispomos para con
tribuir para restaurar um pouco da atmosfera de Natal em nossas casas. Quem sabe os vizinhos imitem, e se forme assim uma cadeia de luzes! Até o momento bendito e tão esperado em que, por iniciativa de Deus, essa aprazível e benéfica atmosfera de bênçãos e graças se expanda vitoriosamente pelas cidades, pelo País, pelo mundo.

Notas:

1.Cf. Epístola a Tito 2, 11-15.

2.Gradual da primeira Missa de Natal.

3.Gen. 9, 20-27.

4.Por exemplo: Paulo VI, na alocução Resistite fortes in fide, de 29 de junho de 1972; João Paulo II, na alocução de 6 de fevereiro de 1981 aos participantes do congresso "Missões junto ao povo para os anos 80"; Cardeal Ratzinger, no livro Rapporto sulla fede (Paoline, Milano, 1985, pp. 27 ss.).

5.Os corações — ou seja, as vontades, as mentalidades de Jesus e de Maria — são de tal maneira unidos, que formam como que um só coração, segundo a espiritualidade ensinada por São João Eudes.

6.Consagração à Sabedoria Eterna e Encarnada pelas mãos de Maria, de São Luís Maria Grignion de Montfort.

7.Epístola aos Philipenses, 4,13.

fonte aqui





Ó dulcíssima Virgem, Vós sois minha Mãe e Vós sois poderosa!

Tende memória e lembrança, ó dulcíssima Virgem Maria, de que sois minha Mãe e que sou vosso(a) filho(a): que sois poderosa, e que sou um(a) pobre homem (mulher) vil e fraco(a).

Eu vos suplico, Mãe dulcíssima, que me governeis e me defendais em todos os meus caminhos e ações.

Não digais que não podeis, ó graciosa Virgem! Porque vosso Bem-amado Filho vos deu todo poder, assim no Céu como na Terra.

Não me digais também que não deveis, porque Vós sois a Mãe comum de todos os pobres seres humanos, e particularmente minha Mãe.

Se não pudésseis, eu vos desculparia dizendo: “É verdade que Ela é minha Mãe, e que Ela me quer bem como seu (sua) filho(a), mas a pobrezinha não tem meios nem poder”.

Se não fôsseis minha Mãe, com razão eu me conformaria, dizendo: “Ela tem toda a riqueza que queira para me assistir, mas ai! não sendo minha mãe, ela não me ama”.

Entretanto, ó dulcíssima Virgem, Vós sois minha Mãe e Vós sois poderosa! Como vos desculparia eu, pois, se não me ajudásseis e não me prestásseis socorro e assistência?

Vede, minha Mãe: Vós sois obrigada a atender a todos os meus pedidos...

Pela honra e glória de vosso Filho, aceitai-me como vosso(a) filho(a), sem considerar as minhas misérias e os meus pecados. Livrai a minha alma e o meu corpo de todo mal e dai-me todas as vossas virtudes, sobretudo a humildade.

Enfim, presenteai-me com todos os dons, bens e graças que agradem à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo.

Assim seja.

fonte aqui

Que a sua semana seja repleta de bençãos e graças.
Que o Senhor desperte em você o Espirito do verdadeiro Natal.

Beijos!
Rosane!

2 comentários:

  1. LInda mensagem ,Rô! Temos que resgatar o verdadeiro BRILHO do Natal que deve estar dentro de npós e não fora...beijos,chica

    ResponderExcluir
  2. Rô,

    Sempre bati nessa tecla. O Natal, atualmente, é uma das datas mais hipócritas que existem no calendário. Ninguém lembra o que realmente se comemora; pelo contrário, a maioria das pessoas lotam o centro comercial e os shoppings center, fazendo do Natal uma data comercial.

    Natal é nascimento do Amor, é a comemoração da vinda de Jesus, o Amor em pessoal. É ele que deve ser festejado, aclamado, lembrado.

    Era preferível celebrarmos o nascimento do Senhor do que trocar presentes.

    Rô, beijão.

    (Quando puder, aparece lá no meu blog).

    Boa semana pra você.

    ResponderExcluir

"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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