terça-feira, 14 de outubro de 2008

BLOGAGEM COLETIVA ACTION DAY- POBREZA -


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ou clique no Blog Oficial AQUI


1- Qual é a importância dos blogs no apoio às causas sociais?

Em pesquisas recentes os blogs são apontados hoje em dia como sites mais influenciadores do que os de formato convencional. A dinâmica da constante atualização e a liberdade de expressão comum ao formato, fez com que o mesmo se consolidasse como modelo formador de opinião. Como os assuntos abordados por blogs geralmente levam em conta a "expertise" profissional e paixões de seus autores, o nível da abordagem do conteúdo se eleva e cria a atmosfera ideal para se propor soluções, movimentos e ações de grande ordem que partem de grupos formadores de opinião.


Do site CARE PARA SABER MAIS CLIQUE ::- http://www.care.org.br/index.asp


Pelo que tenho pesquisado através da Internet, a taxa de pobreza no Brasil vem caindo. Segundo o Instituto de Pesquisa Economica Aplicada (Ipea) divulgou no dia 06/08/2008 ,uma pesquisa segundo a qual três milhões de pessoas saíram da pobreza, nas seis principais regiões metropolitanas do País (Recife, Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro), entre os anos 2002 e 2008. A taxa de pobreza nesses locais caiu de 32,9% para 24,1% no período. As pessoas consideradas pobres em 2002 eram 14,352 milhões e agora são 11,356 milhões.

O Brasil aos poucos mas a passos lentos está deixando de ter uma Pobreza absoluta para ter uma Pobreza relativa.

Mesmo assim como uma família pode viver com apenas CR$ 207,50 mês, muitas vezes para sustentar cinco a seis ou mais pessoas ???

E as pesquisas ainda descobrem erros grotescos como esse abaixo:-

O Banco Mundial descobre 400 milhões de pobres a mais
por
Michelle Amaral da Silva
Contribuidores: Damien Millet e Eric Toussaint

Com os enormes erros em seus cálculos sobre a pobreza, toda a estrutura das políticas internacionais atuais contra a pobreza cae por terra.

02/09/2008
Damien Millet e Eric Toussaint


O Banco Mundial acaba de reconhecer erros importantes em seus cálculos sobre a situação mundial da pobreza. De fato, enquanto "as estimativas sobre a pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial têm melhorado graças aos dados mais confiáveis sobre o custo da vida", o resultado constitui por si só um violento questionamento acerca das estatísticas elaboradas por essa instituição, que atravessa uma gravíssima crise de legitimidade há vários anos: de um só golpe, o banco Mundial acaba de descobrir que "400 milhões de pessoas a mais do que se pensava vivem na pobreza". Isso é mais do que a metade da população da África subsahariana!
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No final Editorial do Espaço Cidadania da Universidade Metodista de São Paulo descreve muito bem o que podemos fazer para ajudarmos a minimizar a pobreza no Brasil e no mundo;-


A pobreza não é só dirimida com um prato de comida. Cultura, Educação e Lazer são prerrogativas básicas do cidadão. Se faz necessária uma postura crítica e pró-ativa. O trabalho voluntário, a contribuição para uma instituição benefi cente e a disposição em ajudar o próximo podem mudar esse cenário. Governo, iniciativa privada e cada um de nós, somos coresponsáveis pela situação do País. Iniciativas isoladas, em um primeiro momento parecem não fazer diferença, mas a nossa atitude de solidariedade pode “contaminar” o nosso meio e ecoar por muitos e muitos anos.
Pense nisto!

Prof. Marcio de Moraes
Diretor Geral do IMS



Pobreza e desigualdade têm mútipla causa


Misérias e desigualdades marcam a história de muitos países e de milhões de pessoas há séculos. Resolver o problema é o desafio dos governos desses lugares. No entanto, não é tão simples quanto parece. São diversos fatores que determinam a condição social da maioria da população que não tem condições de sobrevivência.

Muitos estudiosos acreditam que a partir do capitalismo, a desigualdade tornou-se mais evidente. “A pobreza acentuou-se no século XVI com a dissolução do mundo feudal e o surgimento do capitalismo. Houve uma expulsão dos camponeses das terras que lhes forneciam meios para subsistência e essas pessoas não tiveram como reproduzir sua vida e começaram a viver de ajuda e caridade alheia”, afirma o professor Ricardo Musse, doutor em Filosofia da Universidade de São Paulo.

Nesse sentido, um dos importantes nomes da história na discussão do problema é o filósofo Karl Marx (1818-1883), que interpreta a miséria como um instrumento utilizado pelas classes dominantes. Para ele, a desigualdade é resultado da divisão de classes – entre aqueles que detêm os meios de produção e os trabalhadores, que só têm a força de trabalho para garantir a sobrevivência.

“Como Marx mostrou, para que esse sistema funcione é necessária a existência de trabalhadores desprovidos dos meios de produção. A desigualdade, portanto, depende do modo como a sociedade organiza a produção e a distribuição dos bens que consome”, declara Musse.

A má distribuição da renda é uma das principais causas da pobreza em muitos lugares do mundo. A doutora em Antropologia, Márcia Anita Sprandel, autora do livro “A Pobreza no Paraíso Tropical”, avalia que não basta o País ter um alto crescimento econômico se não houver repartição das riquezas de forma justa.

“Um modelo concentrador de rendas, terras e dilapidador dos recursos naturais, provavelmente, aumentará o abismo entre ricos e pobres.”
A economista da Unicamp Wilnês Henrique concorda que é preciso aliar crescimento econômico com outras políticas. “É fundamental um crescimento que gere empregos e que propicie aumento de salários e renda. Precisamos de justiça social e de um crescimento qualitativo. Não adianta, por exemplo, gerar muitos empregos com péssimos salários. Assim, a população não pode ter acesso à moradia adequada, a um transporte de qualidade, a saneamento básico e a uma escola de qualidade.”




Brasil -



O que o País poderia ter feito para reverter esse quadro de pobreza? Ao fazer uma análise histórica, muitos especialistas afirmam que seria possível o Brasil não carregar essa herança de desigualdades. Segundo o doutor em Sociologia da Universidade de São Paulo, Leonardo Mello, um dos principais fatores determinantes nesse cenário da sociedade brasileira foi a situação secular de dependência. “Primeiro, fomos colônia, depois, satélite do capitalismo comercial, sobretudo inglês. Em seguida, o Brasil foi mercado para os produtos industrializados dos países ricos. E hoje, somos abrigo rentável para o capital especulativo da finança global.” E completa: “Nada precisava ter sido assim. Foi uma escolha das classes dominantes e que os dominados não tiveram força para reverter.”

Já Wilnês Henrique considera que o perfil do Brasil mudou muito nas últimas décadas. Isso levou o País a reproduzir uma enorme mas-sa de pobreza. “O Brasil se transformou em outro, principalmente dos anos 50 aos 70. De uma economia agrícola voltada para exportação, nos tornamos uma economia industrializada. Nesse período, houve um movimento brutal de expulsão das pessoas do campo e atração para as cidades. Com a indústria, surge uma pobreza nova nas periferias urbanas”, analisa a economista.

Entretanto, Márcia Sprandel explica que as políticas adotadas pelo governo brasileiro têm ajudado o País a reduzir as desigualdades. “Com os programas de transferência de renda do governo e outros programas sociais, como o ‘microcrédito’ e o ‘Luz para Todos’, tem ocorrido uma mudança importante na conjuntura nacional.”

Mas, há opiniões divergentes no que se refere a esse assunto. Ricardo Musse, por exemplo, lembra que houve avanços, “mas não com a rapidez e na dimensão que seria necessário para um País mais justo”. Já Leonardo Mello destaca que a renda ainda está concentrada nas mãos de poucos. “Falta aos responsáveis políticos colocar o público acima do privado.”

A solução para tal problema é impossível de se prever. Porém, pesquisadores afirmam que paracombater a pobreza é necessário unir políticas de estímulo ao crescimento econômico e uma melhor distribuição da renda. “Não se reverte um quadro de pobreza de um País de uma hora para outra. Mas precisamos de um crescimento maior, porque temos que solucionar, pelo menos, a questão do emprego. E, além disso, investir em um conjunto de políticas que permitam melhorar as condições de vida da população mais pobre”, conclui Wilnês Henrique.
Márcia Correia


FONTE DE INFORMAÇÃO::- CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS


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Façamos a nossa parte começando em nossos próprios lares, ensinando nossos filhos a serem mais solidários desde pequeninos, sabendo repartir com o outro que tanto precisa e necessita , principalmente do amor, da palavra do sorriso,como disse Madre Teresa de Calutá;

-“Às vezes pensamos que a pobreza é apenas fome, nudez e desabrigo. A pobreza de não ser desejado, não ser amado e não ser cuidado é a maior pobreza. É preciso começar em nossos lares o remédio para esse tipo de pobreza.”

- “Não nos sintamos satisfeitos apenas dando dinheiro. O dinheiro não é suficiente, o dinheiro pode ser obtido, mas eles precisam de seu coração para amá-los. Portanto, espalhe o seu amor por onde quer que vá.”
- “Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de dizer, mas o seu eco é infindável.”
- “A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração.”
A certa altura de sua vida Madre Teresa respondeu a alguém:
-“O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso”.
Madre Teresa será para sempre um ÍCONE de exemplo para toda humanidade, pensemos quando ela disse:

- “Nós mesmos sentimos que o que fazemos é uma gota no oceano. Mas o oceano seria menor se essa gota faltasse.”
Madre Teresa de Calcutá
Rosane!







5 comentários:

  1. É voinha, temos muito o que aprender e fazer, é triste como o nosso mundo é pobre, e são poucos que fazem para mudar essa situação... E vó, uma frase que me chamou a atenção e bateu forte foi essa:
    "Não nos sintamos satisfeitos apenas dando dinheiro. O dinheiro não é suficiente, o dinheiro pode ser obtido, mas eles precisam de seu coração para amá-los. Portanto, espalhe o seu amor por onde quer que vá."

    O importante é amor, vida e atenção, porque junto com tudo isso espalhamos a esperança de um mundo melhor!!!!

    Precisamos ajudar tanto com bens materiais, mas principalmente espirituaiss!!!
    Beeeijoooos, vó!!
    Te amooo

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  2. Eu acho que a desigualdade sempre existirá (infelizmente) porque sempre há aqueles que tem fome de ter mais e mais sem se importar se há alguém que nada tem.
    No Brasil o problema nem é tanto se o compararmos com países como a África e a Índia, onde nada é realmente nada mesmo.
    Aqui ainda há opções e ninguém passa fome realmente. Sempre há alguém pronto a fazer algo.
    Mas há de se esperar que um dia a desigualdade não seja tão evidente como é hoje...

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  3. Querida, muito ainda por fazer, trabalho que jamais será concluído, força no corpo e no coração para acabar com a miséria e a fome.

    Triste realidade
    Bela postagem.

    lindo dia flor
    beijos

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  4. A solidariedade de cada um certamente ajuda, e muito, no combate à desigualdade. Mas ainda acho que a porta de entrada para uma substancial alteração nessa situação de miséria e pobreza seria a alavancagem dos níveis de emprego.

    Infelizmente, entre a boa vontade e as políticas públicas sérias existem a corrupção e a ganância de poucos, o que mina qualquer estrutura saudável que possa abrir a porta para que os 'muito pobres' possam ser apenas 'pobres'.

    Parabéns pela participação no Blog Action Day!

    Beijão, Rô!

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  5. Vovó parabéns por essa participação tão linda nessa blogagem coletiva. Eu me arrependi um pouco de não ter participado, mas sinceramente nem sabia direito como funcionava, agora que vi como é, participarei das outras.

    Que lindo coração a senhota tem, vovó Rô!!!

    Beijinhos!

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"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
E sabedoria para distinguir umas das outras".

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