Quando Me Amei de Verdade
Um bom e feliz dia a todos(as), repleto de luz, amor e paz.
Rosane!
A agitação do dia-a-dia é um obstáculo à reflexão e conduz à mecanicidade. A ausência de dimensão espiritual faz da vida um terreno estéril, onde as pessoas vagueiam perdidas. Adquirem bens materiais, procuram afirmar-se profissionalmente e, enquanto uns fazem tudo para manter a boa forma física, outros vão arruinando a saúde para alimentar vícios.
A desagregação das famílias em nada é favorável ao crescimento interior das crianças, que se tornam revoltadas e cépticas. Extravasam a agressividade de muitas maneiras, desde a zombaria ao insulto e à violência física. Cedo ficam a conhecer o lado torpe do mundo dos adultos. O espírito de transgressão arrasta-as para o mal, de onde um grande número não conseguirá sair, devido à inépcia de uma sociedade que não as protege e ainda contribui para as desencaminhar. Multiplicam-se as seduções, face à permissividade reinante e a um pretenso amoralismo que apenas serve para encobrir a falta de norte… Chagas sociais que os discursos dos políticos ignoram, a menos que o facto de as denunciarem lhes traga algum proveito. A publicidade anuncia um mundo de coisas fictícias que faz passar por necessárias, alimentando vaidades, ambições, comportamentos fúteis, rivalidades. Não importam os meios, desde que se atinjam os fins pretendidos. A influência da imagem é poderosa e apela frequentemente aos instintos primários.
A liberdade sem responsabilidade, própria dos tempos de hoje, tornou-se causa de morte de tantos jovens que ninguém ajudou a crescer na ternura, na esperança, no sentido da auto-observação, que é porta aberta para a sensibilidade e para a lucidez. O vazio de referências éticas cria pessoas inconsistentes e de vontade frouxa, incapazes de qualquer sacrifício. Não tendo aprendido a disciplinar os instintos, e sem discernimento para reconhecer o perigo, caem na degradação, arrastando muitos na sua queda. Outras crescem imbuídas de ideias de sucesso a qualquer preço. Exibirem-se no pequeno ecrã parece-lhes um meio de o conseguirem. Que importa que se dê exemplos de mediocridade e de grosseria, se com isso se alcançar fama e dinheiro? Não se hesita em inundar a mente dos mais novos de cenas de violência, que são absorvidas sem qualquer sentido crítico. As fantasias próprias da idade cedo são afastadas, para darem lugar ao desejo de domínio sobre os outros, a um forte sentido de competição, a atitudes agressivas, ao desdém em relação aos mais velhos, de quem se encontram separados por uma barreira de frieza a que não é alheia a ausência de diálogo. Orgulhosos por transgredirem as leis da sociedade, acabam por sofrer no corpo e na mente as consequências de tais transgressões. A autoridade e a ternura devem conjugar-se na educação dos jovens, para que estes não cresçam desenraizados. Muitos têm pais, mas é como se não os tivessem. O vazio afectivo é enorme, matando à nascença a capacidade de sonhar. A revolta cresce e leva a comportamentos irracionais. Em vez de ternura, violência; em vez de delicadeza, brutalidade. Pais demasiado ausentes, ou dando aos filhos exemplos de grosseria. E a situação não revela tendência para melhorar. A mentalidade divorcista tem-se acentuado, a par da banalização do adultério. Divididas entre famílias, sem saberem qual o seu lugar, as crianças vão vivendo ao sabor da imaturidade emocional dos pais, a meio caminho entre os conflitos de ambos, que as usam com frequência como forma de mutuamente se agredirem. Num ambiente em que o desrespeito impera, não se pode esperar obediência por parte dos mais novos. Se a dignidade e a rectidão se ausentam, a desordem instala-se facilmente. A chantagem e a astúcia, bem como a mentira, a maledicência e o rancor disputam entre si o domínio das situações cada vez mais difíceis com as quais as famílias se confrontam. O egoísmo só ouve a sua própria voz: define prioridades erradas e desrespeita compromissos sérios.
Semeia ventos. Colherá tempestades.
Então eu seria uma criança feliz
Se à segunda-feira se pudesse correr livremente pelos prados
e as flores desabrochassem numa explosão de cor…
Se à terça-feira se contemplasse o céu
no seu mistério de um azul sem fim…
Se à quarta-feira se retirassem as máscaras
e a verdade brotasse…
Se à quinta-feira a alegria entrasse nos corações…
Se à sexta-feira todos se dessem as mãos…
Se ao sábado os pais contassem aos filhos histórias de encantar…
Se ao domingo a beleza do silêncio se renovasse em cada ser…
Então eu seria uma criança feliz,
e a minha canção voaria por sobre as casas,
dançaria entre os ramos das árvores,
e à hora do crepúsculo repousaria sobre os mares do mundo,
tornada canção de embalar,
a encher de paz e de ternura os sonhos das crianças.



O abuso de drogas é um problema prevenível e a adicção é uma doença tratável.
Acreditar que somente as autoridades têm o poder ou obrigação de proteger nossa família poderá colocar nossos filhos em risco.
Somente assumindo nossa posição de pais poderemos diminuir o acesso às drogas.
Os filhos que ouvem os pais falarem sobre os riscos das drogas, embora não estejam totalmente imunes, estarão muito mais seguros do que filhos que não vêem (ou não sentem) os pais se preocupando.
Participe e permaneça envolvido com a vida dos filhos, desde a infância até a idade adulta. Dê atenção ao cotidiano dele. Se você nunca se interessou em saber sobre os amigos que ele tem... Essa é a hora de começar. Saiba sobre os amigos, quem são, onde moram, se praticam esportes, se são bons alunos...
Pode ser desconcertante para um pai que não cultivou o habito de participar da vida do filho... de repente mostrar interesse e começar a fazer perguntas, pode ser constrangedor para os dois.
Se este for o caso procure não "forçar a barra".
Comece a (re)construir a relação progressivamente... pergunte/conheça os tipos de lazer/diversão que o familiar gosta, tente programar um dia para acompanhar seu filho em horários de lazer. Quando o filho comentar sobre algo relacionado à escola procure demonstrar (real) interesse, saiba quem são os outros alunos e participe de eventos cotidianos como ajuda-lo em alguma matéria da escola.
Nós adultos e pais vivemos em um mundo onde o tempo é precioso (tempo é dinheiro), a maioria dos pais (eu também) trabalham acima de doze horas por dia e apesar de ter pouco tempo para dedicar à família eu sei que na maioria das vezes, tudo que um filho quer é que seus pais se reúnam a mesa para jantar ao lado dele. Esta é uma boa hora para estreitar as relações com os filhos.
Comece o diálogo enquanto seus filhos estão na flor da idade. Não precisa ser uma conversa forçada.
Uma notícia que vocês viram juntos na televisão pode ser um bom motivo para fazer analogias ao cotidiano da família, um filme ou um incidente como um atropelamento pode ser aplicado a realidade da comunidade onde vivemos e aos problemas que enfrentamos atualmente, inclusive os problemas do álcool e das drogas.
Os filhos cujos pais os supervisionam de perto terão menor possibilidade de desenvolver um problema com drogas e se isso ocorrer os pais estarão prontos para corrigir a rota.
Saber "quem, o que, porque, onde, quando e como" das atividades de nossos filhos, trocar idéias com outros pais, e continuar desenvolvendo esta prática com os nossos filhos, estendendo a todos seus amigos é um longo caminho. Nunca é tarde para dar o primeiro passo!
Nossos filhos já têm amigos, mas necessitam de pais amorosos, que se importem e se comportem (comportamento = exemplo) como pais.
Reforce consistentemente os limites para sua família, limites que devem ser respeitados mesmo quando os filhos estiverem em local onde você não possa estar presente, ou quando estiverem com famílias que têm regras diferentes.
Os filhos gostam de se sentirem confiáveis, e aceitarão que os limites preestabelecidos, quando explicados que visam seu bem estar, serão compreendidos e aceitos como parte de nosso amor.
Não acontece porque alguém é "uma má pessoa" ou por uma falha de caráter. A adicção é a doença prevenível número um que atinge adolescentes (segundo The American Academy of Pediatrics).
Não é sua falha ou falha do filho. O estigma e a vergonha devido à ignorância passada e estereótipos sobre o problema não deve ser aceito.
O problema da droga pode assolar uma família, atingindo pessoas que amamos.
O uso de drogas pode alterar o comportamento, tornar essas pessoas egoístas; elas podem nos roubar manipular e mentir para nós.
Porém o hábito de abusar de drogas ou álcool tem uma base fisiológica; o uso crônico, tanto do álcool como de outras drogas, causa uma progressiva mudança na química cerebral que, se compreendida e devidamente tratada pode ser revertida.
Há modos objetivos para avaliar o problema, e muitos tratamentos novos.
Muitas pessoas recuperam a saúde e dão uma guinada em suas vidas, embora estas lutas anônimas não causem tanto alarde como as lutas públicas de Vera Fisher ou Diego Maradona, diariamente milhões de pessoas estão se recuperando.
Caso a adicção já tenha se instalado, as recaídas podem acontecer sem motivo aparente. Estimule o familiar a conhecer e praticar um "Plano de prevenção à recaída".
Esteja atento aos sinais de aviso mais frequêntes que antecedem as recaídas:
Se você suspeita que seu filho tem um problema com drogas ou álcool, provavelmente você tem razão e precisa aprender mais sobre o problema e como ajuda-lo: Intervenha cedo, encontre o tipo certo de ajuda e seja persistente.
Os sinais de advertência incluem mudanças súbitas de personalidade, hábitos e amigos, irritabilidade, variações de humor e o encontro de objetos suspeitos possivelmente usados para o consumo de drogas.
Primeiro determine o tipo de problema que a família está enfrentando.
Não aceite o mito de que a pessoa que amamos precisa chegar ao fundo do poço antes de buscar ou aceitar ajuda. Sem nossa ajuda, o hábito tende a progredir e pode, eventualmente ser fatal.
Embora a intervenção no início da adicção seja melhor, é possível adquirir ajuda em qualquer fase do hábito, e a taxa de sucesso com tratamento de qualidade é comparável à mesma taxa de sucesso de outras doenças como diabetes, asma, ou hipertensão.
A reabilitação não é alcançada com isolamento do familiar.
Apesar de não ser formado em medicina, nos últimos 17 anos eu convivo com adictos e suas famílias; conheço pais que no desespero agiram pela emoção, alguns chegaram a expulsar o familiar somente porque alguém sugeriu essa possibilidade, e hoje dariam tudo para poder mudar o passado.
Lembre-se: O abuso de drogas é uma doença progressiva, se não for detida pode ser fatal.
Cada dia perdido pode representar a diferença entre a vida e a morte; portanto, não corra o risco de carregar um peso na consciência somente porque algum "entendido" sugeriu algo que aumenta a exposição de um filho a droga.
Como pais não somos culpados pelo uso de drogas de nossos filhos, mas temos a obrigação de assumir o papel de pais responsáveis provendo o tratamento adequado para nosso familiar.
Como a droga altera a química cerebral, um usuário em estagio avançado pode não aceitar ajuda; nesse caso (após criteriosa avaliação dos prós e contras) é possível solicitar a interdição do familiar que está abusando de drogas. Converse com um advogado!
Nos raros casos em que é necessária, ela deve ser decidida com base em critérios claros e definidos, estabelecidos por um especialista.
A internação de um dependente de drogas sem necessidade pode levar até mesmo a um aumento do consumo. O aumento de consumo após uma internação indevida pode se dar por diversas razões, como sentimentos de revolta de um dependente ainda não suficientemente convencido da necessidade de ajuda.
Quando internar?
(Adaptado do Manual de Medicina de la Adolescencia – Silber, Munist, Maddaleno y cols.)
Cada caso é único, avalie todas as possibilidades de tratamento:
Dependendo da personalidade, do estágio da doença, da freqüência de uso e do tipo de droga, alguns adictos podem se reabilitar em sua própria casa, com a supervisão de um profissional e o apoio daqueles que o amam.
Há muitos caminhos a seguir, além da internação (voluntária ou não) podemos considerar a terapia comportamental, aliada à terapia medicamentosa, combinada com grupos de apoio como N.A. e A.A. (Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos).
Por experiência própria posso afirmar que a intervenção de uma equipe multidisciplinar combinada com um programa de 12 passos (A.A./N.A.) e o apoio familiar tem enorme possibilidade de reverter o quadro de abuso de drogas.
O abuso de drogas é um problema contagiante, alguns familiares (principalmente os pais) tornam-se co-dependentes, tentam esconder o problema e com esta atitude tornam-se facilitadores do uso de drogas dos filhos.
Muitas vezes, além de tratar o dependente químico os pais precisam de orientação ou tratamento. Além de terapia comportamental, na maioria das cidades existem grupos de apoio para pais e familiares de dependentes.
Grupos como Nar-Anon, Alateen e Al-Anon além de confortar os pais ainda tem enorme vivência em co-dependencia, podendo compartilhar histórias reais de grande valor para pais e jovens.
Veja: Co-dependência
Crianças que têm um padrão familiar (pais ou outros parentes que já abusaram de álcool/drogas) correm maiores risco de desenvolverem a dependência de drogas ou álcool; nenhum uso recreativo poderá ficar sob controle, particularmente durante o período da adolescência.
As famílias com um histórico de alcoolismo ou abuso de drogas devem ficar mais atentas.
Veja: Alcoolismo paterno
O abuso de substâncias é comum entre adolescentes e a doença da adicção não discrimina classe ou posição social.
Hoje a maioria dos pais conhece alguma pessoa, vizinho ou da própria família que esteja usando álcool e outras drogas ou que esteja lutando para se livrar do habito de usar drogas.
Ao considerarmos todas drogas, ilícitas e licitas (inclusive tabaco, álcool, medicamentos, etc) certamente podemos concluir que:
Um em cada quatro adolescentes usa regularmente algum tipo de droga ou está convivendo com uma pessoa que usa ou abusa de álcool e outras drogas.
Mais do que qualquer coisa, nossas famílias precisam acreditar que a recuperação é possível, além de encorajamento, informação e apoio profissional para superar este problema.
FONTE AQUI
Bom dia a todos(as)!
Rosane!
Quando um homem ama a sua mulher
Que a sua tarde seja repleta de amor e luz!
Boa Tarde
Quando alguém encontra seu caminho, precisa ter
coragem suficiente para dar passos errados.
As decepções, as derrotas, o desânimo são
ferramentas que Deus utiliza para nos mostrar a
estrada.
♥ Poesias & Frases ♥

Interexistência::..Quando examinamos o coração de uma flor, vemos nele as nuvens, a luz do sol, os minerais, o tempo, a terra e todas as outras coisas que existem no universo. Sem as nuvens não poderia haver chuva, e não existiria nenhuma flor. Sem o tempo a flor não poderia desabrochar. Com efeito, a flor é totalmente formada por elementos que lhe são extrínsecos; ela não possui uma existência independente e individual. Ela "interexiste" com todas as outras coisas do universo.A interexistência é um novo termo, mas estou certo de que em breve ele estará nos dicionários por se tratar de uma palavra extremamente importante. Quando percebemos a natureza da interexistência, as barreiras entre nós e os outros se dissolvem, e a paz, o amor e o entendimento tornam-se possíveis. Onde quer que existe o entendimento, nasce a compaixão.

1. Não idolatre nem esteja amarrado a qualquer doutrina, teoria ou ideologia. Todos os sistemas de pensamento são meios de orientação e não a verdade absoluta.
2. Não pense que o conhecimento que agora detém é a verdade imutável e absoluta. Evite a tacanhez de espírito e ficar preso aos pontos de vista actuais. Aprenda e pratique o desapego relativamente a pontos de vista, de modo a estar disponível para aceitar o ponto de vista dos outros. A verdade encontra-se na vida e não no mero conhecimento conceptual. Esteja pronto a aprender durante a sua vida inteira e a observar a sua realidade e a do mundo em todas as circunstâncias.
3. Não force os outros, inclusivamente as crianças, seja de que forma for, a adoptar os seus pontos de vista, seja através do exercício da autoridade, da ameaça, do dinheiro, da propaganda ou da educação. Ajude-os, porém, a renunciar ao fanatismo e à tacanhez de espírito através do diálogo compassivo.
4. Não evite entrar em contacto com o sofrimento nem feche os olhos a ele. Não perca a consciência da existência de sofrimento na vida mundial. Arranje formas de ser solidário com aqueles que estão a sofrer, recorrendo a todo o tipo de meios, inclusivamente o contacto pessoal e as visitas, imagens e sons. Através destes meios, acorde e desperte os outros para a realidade do sofrimento existente no mundo.
5. Não acumule riquezas enquanto milhões de pessoas passam fome. Não tome como objectivos da sua vida a fama, a riqueza ou os prazeres mundanos. Viva de uma forma simples e partilhe tempo, energia e recursos materiais com aqueles que precisam.
6. Não alimente a raiva ou o ódio. Aprenda a penetrar neles e a transformá-los enquanto ainda não passam de sementes na sua consciência. Assim que a raiva ou o ódio surgirem, foque a sua atenção na sua respiração de forma a ver e a compreender a natureza da sua raiva ou do seu ódio e a natureza das pessoas que originaram a sua raiva ou o seu ódio.
7. Não se disperse e não se desconcentre daquilo que o rodeia. Pratique a respiração conscienciosa de forma a virar-se para aquilo que está a acontecer no momento presente. Sintonize-se com tudo o que seja maravilhoso, refrescante e benéfico, tanto dentro de si como à sua volta. Cultive em si as sementes da alegria, da paz e da compreensão, de modo a facilitar o trabalho de transformação a fazer nas profundezas da sua consciência.
8. Não profira palavras que possam gerar discórdias e fazer com que a comunidade se divida. Reúna todos os esforços no sentido da reconciliação e da resolução de todos os conflitos, por menores que sejam.
9. Não diga mentiras por razões pessoais ou para impressionar as pessoas. Não profira palavras que causem divisões e ódio. Não espalhe notícias de que não tem a certeza. Não critique ou condene algo sobre o qual não está seguro. Diga sempre a verdade e de forma construtiva. Tenha a coragem de denunciar situações de injustiça, ainda que aquilo que vai dizer possa ameaçar a sua própria segurança.
10. Não se sirva da comunidade religiosa para obter ganhos ou lucros pessoais, nem transforme a comunidade num partido político. No entanto, uma comunidade religiosa deve ter uma posição inequívoca contra a opressão e a injustiça e deve lutar para mudar a situação sem se envolver em conflitos partidários.
11. Não alimente uma vocação que é prejudicial à humanidade e à Natureza. Não invista em empresas que privam os outros da sua oportunidade de viver. Escolha uma vocação que o ajude a concretizar o seu ideal de compaixão.
12. Não mate. Não deixe que os outros matem. Descubra todos os meios possíveis de proteger a vida e de evitar a guerra.
13. Nada possua que deva pertencer aos outros. Respeite a propriedade alheia, mas impeça que os outros enriqueçam à custa do sofrimento humano ou do sofrimento de outros seres.
14. Não maltrate o seu corpo. Aprenda a tratá-lo com respeito. Não veja o seu corpo apenas como um instrumento. Preserve as energias vitais para a concretização do Caminho. A expressão sexual não deve ocorrer sem que haja amor e compromisso. Nas relações sexuais, tenha noção do sofrimento futuro que pode ser gerado. A fim de preservar a felicidade dos outros, respeite os direitos e os compromissos alheios. Tenha a perfeita consciência da responsabilidade de trazer novas vidas ao mundo. Medite sobre o mundo para o qual está a trazer novos seres.
Que você que por aqui passa tenha um dia repleto de luz e graçasVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos).
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para o pé do fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente.
E sem desassossegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento –
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim – à beira- rio,
Pagã triste e com flores no regaço.
BOM DIA A TODOS(AS)!
ROSANE!


ANO QUE VEM QUERO VER VOCÊ DENTRO DESSA AERONAVE
COM O LINDO UNIFORME DA TAM
u dons preciosos O DOM DO AMOR, DA ALEGRIA , DA ESPERANÇA E DA FÉ.
Cada existência




Paciência
(Anônimo)
Sê constante na procura
do Bem-Amado:
uma longa paciência
reserva-te o mel da vitória.
Perseverante, ficarás
diante da porta
daquele que tem o poder
de cumular-te de dons:
é assim que verás realizada,
num dia próximo,
tua esperança.
Para colheres o seu agrado
no amor,
não hesites em deitar a face
sobre a soleira de sua porta
e aceita as provações
que Ele te impôs.
Só triunfa pela união
com o Bem-Amado
aquele cujos rins suportaram
o pesado fardo do desejo
e do êxtase.
E é pela manhã, ao nascer do dia,
que devemos invocar um tal amigo.
Levanta-te, pois!
Mostra que és um homem
tomando a iniciativa
da busca do amor,
para obteres um encontro
que já é teu.
